Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Lume Brando

19
Jan10

Regresso às aulas.

id="BLOGGER_PHOTO_ID_5428593458514561906" />

Hoje tive a minha 1ª aula de Pastelaria aqui. Correu muito bem. Acho até que superou as minhas expectativas.
Agora tenho mais nove para confirmar esta primeira boa impressão.

Entretanto, prometo que os posts com receitas regressam dentro de momentos. Assim como o relato da minha primeira experiência num restaurante com estrela Michelin. E não, ainda não foi o El Bulli, esse tem três ;-).
19
Out09

A minha varanda está cheia de ervas.

id="BLOGGER_PHOTO_ID_5394266573191118322" />
id="BLOGGER_PHOTO_ID_5394265846025387314" />
id="BLOGGER_PHOTO_ID_5394266736876371650" />

Alecrim
Cebolinho
Coentros
Hortelã
Manjericão
Poejo
Salsa
Tomilho


Depois de uma primeira tentativa falhada, a que por certo o excesso de luz e calor não foram alheios (a minha única varanda está virada a poente), volto a investir na produção própria de ervas aromáticas.
Não sei até quando vão resistir. É mais uma questão de sorte, porque infelizmente faltam-me o jeito, a experiência e o tempo necessários para cuidar das plantas como deve ser. Às vezes pego nos livros que tenho sobre ervas aromáticas mas é sempre tudo tão a correr, que passados alguns minutos já não sei qual a erva que gosta de sombra, aquela que adora luz ou a outra cuja sede é moderada.
Mas mesmo que seja por pouco tempo - e prometo que desta vez vou fazer um esforço por cuidar melhor delas, até porque conto com a ajuda das mãos da C., bem mais sábias do que as minhas - valeu a pena ver os meus piratas entusiasmados a espetar os pauzinhos com as etiquetas nos vasos, e é sempre engraçado ouvi-los a discutir quem é o primeiro a regar. Quer dizer, engraçado talvez não seja a palavra certa porque raramente chegam a acordo e quase sempre tenho de ser eu a arranjar uma boa teoria para fazer a escala.
Quanto ao privilégio de poder ir na hora buscar umas folhinhas de tomilho fresco para aromatizar uma entrada de queijo ou cogumelos, umas hastes de cebolinho para decorar um patê, um pezinho de salsa para juntar ao pão ralado ou umas folhas de manjericão para terminar a salada, é o sonho de qualquer pessoa que adore cozinhar e comer bem. Espero não ter de acordar do sonho tão cedo.
11
Out09

Com peso e medida.

id="BLOGGER_PHOTO_ID_5391459163658082866" />

"For solids, use cups only for estimating and for when an ingredient's exact measure isn't critical to the recipe. When you want accuracy in the quantity of solids, use a scale to weigh it. Using a scale is a must when making delicate sauces and pastries, where accuracy is vital."

Retirado daqui.

Quando às vezes escrevo que as receitas que apresentam as quantidades de sólidos em 'chávenas' me deixam algo confusa, não quer dizer que não saiba que esse sistema é comum em muitos países, nomeadamente nos Estados Unidos, e que existem uns conjuntos de colheres-chávenas medidoras com as respectivas capacidades expressas em cups. Só que da vasta parafernália culinária que tenho acumulado, não consta nenhum desses acessórios. Quer dizer, até tenho um conjunto desse género, mas é do Ikea e as capacidades vêm expressas em dl e ml e a colher-chávena maior é de apenas 100 ml. De modos que, volta e meia, lá ando eu à cata da chávena certa, até porque nem sempre a 'chávena' de uma receita corresponde exactamente ao mesmo volume ou peso da 'chávena' de outra receita. Depende do autor ou do país de onde nos chega a receita, sendo que nos EUA, por exemplo, 1 chávena/1 cup = 240 ml.
No 1º livro de Mafalda Pinto Leite existe no final uma tabela de conversões, só que aqui, por exemplo, 1 'chávena' é igual a 250 ml de volume, logo, as correspondências em gramas para ingredientes sólidos (farinha, açúcar...) são necessariamente um pouco diferentes das saídas de uma 'chávena' com diferente capacidade.
Preferia que as receitas me apresentassem sempre as quantidades de acordo com o sistema métrico internacional (litros, gramas, centímetros... ) mas mesmo por cá, em revistas e livros portugueses, é cada vez mais normal a unidade de medida ser a 'chávena'.
Sinal da globalização e sinal de que o melhor mesmo é investir em breve num bom measuring cup set, de preferência daqueles em que cada recipiente corresponde na totalidade à quantidade em causa, para que com uma faca ou espátula possa nivelar o ingrediente e tornar a medição mais precisa. Tanto no site de onde retirei a citação do início do post, como aqui, tenho muito por onde escolher.
05
Jul09

Estágio bímbico.

Não queria que a minha adaptação à Bimby prejudicasse o ritmo de posts aqui do estaminé, mas a verdade é que para começar a fazer as minhas receitas com a ajuda da máquina (as que já fazia e as inúmeras que tenho marcadas nos livros e revistas em lista de espera) ainda vai demorar um bocadinho. Até porque não quero fazer do Lume Brando um blog bímbico. O meu desejo é conseguir trazer para aqui receitas que funcionem com ou sem Bimby, com indicações para os dois casos. Enquanto isso, e para fazer uma pausa no estágio, vou pôr ali uns ovos no forno e já venho.
30
Jun09

With Bimby!

id="BLOGGER_PHOTO_ID_5353048028681919554" />

Eu sei que isto não parece de uma pessoa muito equilibrada. E se calhar não sou. Há menos de um mês quase jurava a pés juntos que não ia comprar a Bimby, que não me identificava com a máquina, que era muito cara, que isto e que aquilo.
O que é certo é que eu não conhecia bem a Bimby, só de ouvir falar e de ter provado um ou outro prato feito com a sua ajuda.
Assim que assisti a uma demonstração, a minha opinião começou a mudar. Comecei a imaginar as mil e uma coisas que podia fazer ali fácil e rapidamente e que de outra forma tinha muita preguiça em fazer: massas de pizza, de pão, de quiches...
De facto, o que mais me seduziu no aparelho não foi tanto o facto de cozinhar, mas o facto de picar, ralar, bater, amassar e envolver os alimentos de uma forma que sem ela - ou sem robot de cozinha ou sem máquina de pão, que era o meu caso - não era possível.
Ou seja, se antes pensava que a Bimby era mais indicada para quem não apreciava cozinhar, comecei a achar que isto se calhar era um preconceito meu e que a máquina podia ser muito útil para quem adora a cozinha.
A hipótese de ter uma lá em casa ficou por isso a marinar na minha cabeça. E na do G., que só de me ouvir falar, ficou todo curioso e com vontade de também ele conhecer melhor a máquina.
Marcámos então uma demo lá em casa. E não é que a meio da sessão o marido já estava convencido e mais entusiasmado do que eu?! (devo esclarecer que ele NUNCA cozinha).
Resultado: já temos Bimby. Na estreia, e para os miúdos poderem participar, fizemos massa de pizza. E quem é que ficou aos comandos da máquina? O homem grande lá de casa, pois claro!
18
Jun09

With Bimby?

id="BLOGGER_PHOTO_ID_5348962745141619826" />

Pois é, já assisti à tão ansiada demonstração da Bimby. E não é que a maquineta me surpreendeu? "Ah e tal, eu não preciso da Bimby, o que gosto é de ir mexendo, de ir provando, de fazer tudo à moda antiga e como deve ser". Pois. Este era o meu discurso pré-demonstração e de que vos dei conta aqui. Só que agora, depois de ter visto com os meus próprios olhinhos a dita cuja em movimento e as potencialidades da cena, a coisa muda de figura.

Não é que o meu entusiasmo neste preciso momento seja exactamente igual ao sentido imediatamente após as duas horas de demonstração, em que vi um sorvete de manga ser feito num minuto (a manga vai com cascas e tudo lá para dentro) e uma massa de pizza ser amassada em igual tempo recorde, entre outras tarefas e operações.

Longe da vista, longe do coração. Mas como fiquei de fazer uma demo lá em casa para desta vez o marido também assistir, não sei até quando irei resistir. Até porque não tenho robot de cozinha nem máquina de sumos e a Bimby junta estas duas funções na perfeição. A limonada que ela faz em apenas um minuto ou dois (e lá em casa e na família todos adoramos limonada!) é mesmo boa e não sou só eu que digo. O chefe José Avillez também.

Teresa Rebelo

foto do autor

Sigam-me

TOP 100 Food Bloggers

TOP 15 Blogs de Culinária Portugueses

Featured on

Bloglovin

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Arquivo

  1. 2020
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2019
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2018
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2017
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2016
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2015
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2014
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2013
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2012
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2011
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2010
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D
  144. 2009
  145. J
  146. F
  147. M
  148. A
  149. M
  150. J
  151. J
  152. A
  153. S
  154. O
  155. N
  156. D
  157. 2008
  158. J
  159. F
  160. M
  161. A
  162. M
  163. J
  164. J
  165. A
  166. S
  167. O
  168. N
  169. D
  170. 2007
  171. J
  172. F
  173. M
  174. A
  175. M
  176. J
  177. J
  178. A
  179. S
  180. O
  181. N
  182. D
  183. 2006
  184. J
  185. F
  186. M
  187. A
  188. M
  189. J
  190. J
  191. A
  192. S
  193. O
  194. N
  195. D
  196. 2005
  197. J
  198. F
  199. M
  200. A
  201. M
  202. J
  203. J
  204. A
  205. S
  206. O
  207. N
  208. D
  209. 2004
  210. J
  211. F
  212. M
  213. A
  214. M
  215. J
  216. J
  217. A
  218. S
  219. O
  220. N
  221. D