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Lume Brando

05
Jun13

Todos os dias são dias de sopa.// Every day is soup day.


























Atualização: já depois de publicado o post, resolvi confirmar com o Dr. Bruno Maia as dicas para uma boa sopa, uma vez que na altura não apontei e escrevi de cabeça. Já corrigi e completei!

Aqui por casa há sempre (ou quase sempre) sopa, nem que seja no congelador, pronta a usar num dia mais apressado. Mas normalmente ela é feita a pensar nos piratas e, para evitar birras e contratempos ao jantar, confesso que não inovo muito.

No evento "Uma cozinha pela vida", de que vos falei no post anterior, o Dr. Bruno Maia, nutricionista, disse-nos que numa sopa equilibrada deveriam constar porções de cinco subtipos de legumes/alimentos: "folhosos" (couve lombarda, couve-coração, espinafres, agrião...), "verdes" (brócolos, feijão-verde...), "brancos" (cebola, alho-francês, alho...), "com cor" (cenoura, abóbora, beterraba...) e "outros" (batata, ervilhas, favas, feijão, ou seja, leguminosas, cereais ou tubérculos), referindo que estes últimos são especialmente importantes se a refeição for só sopa. Fiquei contente porque a maior parte das minhas sopas seguem esta regra, ainda que às vezes, com a ânsia de as encher de nutrientes, exagere nas misturas, mas segundo o Dr. Bruno Maia, a ideia é colocar um só alimento de cada grupo!

Esta que vos trago hoje é uma sopa diferente. E se todos os dias são dias de sopa, esta sopa não é para todos os dias. É a minha versão da deliciosa sopa de tomate com ovo e enchidos que preparámos e comemos no workshop da Bonsalt. Segui de muito perto a receita, mas simplifiquei em alguns aspectos.
Os miúdos adoraram, disseram que era "pizza de beber"!
Acho que já posso começar a fazer umas sopas diferentes....

Já agora, para verem o vídeo sobre o fantástico fim-de-semana proporcionado pela Bonsalt, é só clicar aqui.

//


Here at home there is always (or almost always) soup, even if it's in the freezer, ready to use in a busy day. Usually I cook soup thinking of my little pirates and to avoid tantrums at dinner, I confess I do not change a lot.

At the event "Uma cozinha pela vida", Dr. Bruno Maia, nutritionist, told us that a balanced soup should contain portions of five types of vegetables/foods: "leafy" (like cabbage ...), "green" (broccoli, watercress ...), "white" (potatoes, onions ...), "other color" (carrots, squash ...) and leguminous (peas, beans ...). I was glad because most of my soups follow this rule, although sometimes, with the urge of loading it with nutrients, I end up exaggerating the mix...

The one I bring you today is a different soup. And if all days are days of soup, this soup is not for every day. It's my version of the delicious tomato soup with egg and chorizo that we prepared and ate at the Bonsalt workshop. I followed the recipe closely, but simplified some steps.
The kids loved it. They said they were drinking "pizza"!
This tell me that I can start testing some different soups ...

To watch the Bonsalt video about the fabulous weekend and workshop, click here.



Sopa de tomate com ovo, chouriço e cubos de pão
Para 4/5 pessoas

1 kg de tomate maduro (pesado depois de pelado)
1 cebola grande às rodelas
2 dentes de alho laminados
1 folha de louro
1/2 chouriço de qualidade
2 ovos
2 fatias de pão rústico duro, tipo alentejano, para fazer os croutons
Azeite
Orégãos
Pimenta preta
Sal ou Bonsalt (sal sem sódio, indicado sobretudo para hipertensos)

Numa panela, alourar a cebola e o alho num bom fundo de azeite, juntamente com uma folha de louro e uma rodela generosa de chouriço.
Quando a cebola estiver a ficar translúcida e dourada, junte o tomate sem pele e partido aos pedaços (como usei a Bimby para triturar, deixei ficar as sementes). Deixe cozinhar até o tomate ficar desfeito, cerca de 15 minutos. Retirar o pedaço de chouriço e o louro, temperar com Bonsalt, ou sal, e pimenta preta acabada de moer. Triturar e provar. Rectificar os temperos e se necessário juntar uma pitada de açúcar. Se achar que está demasiado espessa, junte um pouco de água e deixe levantar fervura novamente. Rectifique os temperos se necessário.

Enquanto o tomate cozinha, pode aproveitar para cozer os ovos. Descasque-os, deixe arrefecê-los e pique-os. Pelo meio, retire a pele ao chouriço e parta-o em pedacinhos pequenos, levando-os ao lume numa frigideira anti-aderente até ficarem crocantes, retire-os e reserve-os sobre papel absorvente. Para os croutons, parta o pão aos cubos e leve-os a saltear numa frigideira anti-aderente com um fio de azeite.

Sirva a sopa em taças, salpicada com o ovo cozido picado, os cubos de pão, os pedacinhos de chouriço crocante e os orégãos.

//


Tomato soup with egg, chorizo ??and croutons
For 4/5

1 kg of ripe tomatoes (weight after peeling)
1 large onion peeled and sliced
2 cloves of garlic sliced
1 bay leaf
1/2 chorizo of good quality
2 eggs
2 slices of rustic bread slices, to make the croutons
olive oil
oregano
black pepper
Salt or Bonsalt

In a pan, cook the onion and garlic in olive oil, along with a bay leaf and a generous slice of chorizo??.
When the onion is getting clear and golden, add the tomatoes broken into chunks (as I used Thermomix to blend, I let the seeds). Let cook about 15 minutes. Remove the chorizo chunk ??and the bay leaf, season with Bonsalt, or salt, and freshly ground black pepper. Use a food processor to blend this mixture. Taste and rectify the seasoning. If necessary, add a pinch of sugar. If you think the soup is too thick, add a little water and bring to the boil again. Rectify the seasoning if necessary.

While the tomato is cooking, you can boil the eggs and prepare the chorizo and bread toppings. Peel the eggs after boiled, leave them to cool and chop them. Remove the chorizo skin ??and cut it into small pieces, taking them to a non-stick pan until crispy, remove them and set aside over paper towels.
For the croutons, cut the bread into cubes and take them with a little olive oil to a non-stick pan, until golden and crispy.

Serve the soup in bowls, sprinkled with chopped boiled egg, croutons, the bits of crispy chorizo ??and oregano.



15
Out12

Uma salada de Outono.





















































É verdade que quanto mais avançamos no Outono, menos nos apetece saladas frias.
Mas esta é especial.

No Mercado de Sabores do Continente do passado fim-de-semana, numa das banquinhas de legumes de produtores nacionais, provei sopa de abóbora Hokkaido, um tipo de abóbora que não conhecia.
Apesar de ter achado o sabor um pouco forte, fiquei curiosa quando me disseram que esta era uma abóbora que se podia comer crua. E trouxe dois exemplares para casa.

Experimentada primeiro numa sopa, voltei a achar que se notava demasiado o seu sabor, mesmo quando misturada com vários legumes (estranhamente, os meus rapazes não reclamaram).
Mas crua, numa salada em que se juntou à rúcula, à cebola roxa e ao queijo de cabra, foi uma agradável surpresa.

Em cru, o seu sabor pareceu-me estar entre a abóbora 'porqueira' e a abóbora 'menina', mas mais doce do que estas. Raspada num ralador, como se faz com a cenoura, pode mesmo passar por esta, devido à sua cor (se não soubessem, não diriam que era cenoura?)

A salada serviu para acompanhar um suculento hamburguer de carne alentejana (DOP), também comprado no Mercado de Sabores, e ambos foram temperados com produtos oferecidos pela Casa do Sal da Figueira da Foz: na salada, usei Flor de Sal; no hamburguer, usei o Sal para Saladas, que resulta muito bem em grelhados e assados (inclui orégãos, hortelã mourisca e alho).

Foi feita um dia ao almoço, só para mim, mas gostei tanto, que decidi repeti-la ao jantar. O rapaz grande também gostou muito.








































Salada de Outono para dois

(as quantidades são meramente indicativas, adaptem-nas ao vosso gosto)

Rúcula - 1/2 emb.
Abóbora Hokkaido - 1 fatia grossa, descascada e limpa de sementes
Cebola roxa - 1/2
Queijo de cabra - 1/2 queijo Palhais
Nozes - miolo de 4 ou 5
Laranja - sumo de 1/2
Azeite qb
Flor de sal qb
Pimenta preta moída na altura qb

Numa taça, fazer uma cama de rúcula
Ralar a abóbora num ralador (tipo o que podemos usar para a cenoura) e juntar.
Partir a cebola às meias-luas e juntar.
Desfazer o queijo grosseiramente e espalhar por cima.
Temperar com o molho, feito numa taça à parte com o azeite, o sumo de laranja, a flor de sal e a pimenta.
Terminar com as nozes picadas.
Envolver antes de servir.


27
Abr12

Frutos da terra.





A beterraba não é um frequentador habitual desta cozinha, mas depois de ter lido alguns posts inpiradores no Gourmets Amadores, onde este legume é muitas vezes o rei da mesa, fiquei com vontade de voltar a usá-lo, até porque o rapaz grande cá de casa é um grande apreciador.

Noutro dia, em que a minha sogra tinha beterraba cozida para acompanhamento de um assado, o G. até disse: "Quem gosta de ostras, tem de gostar de beterrabas: comer ostras é beber o mar, comer beterraba é comer a terra".

Bem, apesar de ter achado a comparação muito bonita e poética, não sei se concordo a 100% com a teoria: afinal, não gosto de ostras, mas consigo comer beterraba com algum prazer.

Na visita mais recente à frutaria ao pé de casa, encontrei beterrabas (e cenouras ainda com rama) e não resisti a trazer algumas.

Quanto à receita, já estava marcada há muito tempo na Everyday Food de Janeiro/Fevereiro de 2010.

Ontem, foi o dia de lhe dar vida.







































Salada de beterraba e cenoura
(Everyday Food - Janeiro/Fevereiro 2010)

Para 4


Cerca de 450 g de beterraba com as folhas*
(3 bolbos médios)
2 cenouras médias
1/4 de chávena de sumo de laranja natural
2 colheres de chá de vinagre de vinho tinto (usei vinagre de sidra)
2 colheres de sopa de azeite
1,5 colheres de chá de mostarda de Dijon (usei mostarda normal)
Sal e pimenta qb

*Como já comprei as beterrabas sem as folhas, substituí estas por um talo de alho francês (parte branca).


Numa taça, fazer a vinagreta: juntar o sumo de laranja, o azeite, o vinagre e a mostarda.
Temperar com sal e pimenta preta acabada de moer e mexer bem com um batedor de varas.
Cortar as folhas das beterrabas e descartar os talos. Lavar, secar e cortar as folhas em tirinhas finas (ou em alternativa cortar o alho-francês em rodelas finas).
Lavar bem as beterrabas, descascar e ralar em juliana para um coador (é melhor usar luvas).
Colocar o coador debaixo de água corrente até a água deixar de sair cor-de-rosa.
Deixar escorrer bem e secar em papel de cozinha (o papel fica manchado na mesma, mas como as tirinhas de beterraba ficam secas, garante-se uma salada mais bonita).
Lavar, descascar e ralar as cenouras.
Juntar os legumes numa taça de servir, adicionar a vinagreta e misturar bem.
Deixar assentar uns 15 minutos antes de servir.

19
Jan12

Folhado de espinafre e queijo para dois.



















Depois do Natal, já em tempo de aulas, o G. teve uns dias de férias.
Como é raro estarmos de férias sem os miúdos, aproveitámos para fazer uns almoços caseiros especiais. Esta foi uma das entradas improvisadas num desses dias.

A massa filo não é a que eu costumo usar (o Continente deixou de ter a massa filo da marca francesa que eu gosto e agora só muito raramente vou ao El Corte Inglés...), mas mesmo assim estes folhados de espinafre e queijo ficaram aprovados.

Ficámos na dúvida quanto ao acompanhamento: só tomate talvez tivesse resultado melhor, mas eu adoro rúcula e como a textura é bastante diferente da dos espinafres, não achei nenhuma heresia juntá-los. Para a próxima, quero usar mais pinhões (desta vez só tinha meia dúzia deles) e queijo feta em vez de Palhais.



















Pastéis de massa filo de espinafres e queijo
(Para 2)

1/2 molho grande de espinafres frescos (ou o equivalente em espinafres em saco ou congelados)
1/2 queijo de cabra curado Palhais (ou o equivalente em queijo feta)
1 folha de massa filo
Pinhões tostados
2 dentes de alho
Azeite
Manteiga
Sal


Pré-aquecer o forno nos 180º.
Levar o azeite ao lume com o alho picado.
Deixar fritar um pouco e juntar os espinafres bem lavados, bem escorridos e cortados grosseiramente.
Temperar de sal e deixar saltear até começarem a ficar murchos.
Deixar arrefecer.
Entretanto pincelar a massa filo com um pouco de manteiga derretida e dobrá-la ao meio.
Cortar em dois rectângulos iguais.
Levar os pinhões ao forno para tostarem. Deixar arrefecer.
Desfazer o queijo em pequenos pedaços e misturar com os espinafres. Juntar os pinhões e dividir este preparado pelos dois rectângulos de massa filo.
Fazer uma pequena dobra para dentro, nos lados mais curtos (como para um crepe chinês, para que o recheio não saia para fora) e enrolar pelos lados mais compridos.
Pincelar com mais um pouco de manteiga e levar ao forno até ficarem dourados, com a massa bem estaladiça.
25
Jul11

Eu podia ser vegetariana #1

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Ovolactovegetariana, vá, que quem me tira os ovos, o leite e o queijo, tira-me quase tudo.
Gosto mesmo de legumes e tenho a noção, não sei se perfeita, de que poderia passar sem a carne e o peixe.
E o G. até me acompanhava, mas não tenho assim tantos conhecimentos sobre a dieta vegetariana - que é mais do que comer apenas legumes - para poder estendê-la aos miúdos, para além de que sabemos que o peixe, mais do que a carne, tem muitas coisas boas.

E na verdade, um peixe fresquinho grelhado ou assado, uns bons filetes de polvo, o arroz de costelas da minha mãe ou as almôndegas da minha tia N., entre outros favoritos, deixam-me igualmente feliz.

Mas o título do post vem a propósito desta tarte de curgetes, que há muito queria experimentar, e que achei deliciosa.
Ao servir de prato principal de um jantar leve, acompanhada de uma salada de tomate da época, fez-me sentir o conforto que a mim me dá uma boa receita de legumes no forno.

A minha massa folhada era muito fina (um resto daquelas bases rectangulares frescas*), por isso cozeu rapidamente e tive de retirar a tarte do forno antes das curgetes ficarem douradas.
Mesmo assim, gostei bastante do resultado e estou ansiosa por repeti-la e partilhá-la com mais apreciadores de legumes...

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Tarte de Curgete e Parmesão
(Revista Olive - Maio 2009)

1 placa rectangular de massa folhada
3 curgetes cortadas às rodelas finas
2 dentes de alho picados
4 colheres de sopa de queijo mascarpone
50 g de queijo parmesão ralado
Azeite qb


Pré-aquecer o forno nos 200º.
Desenrolar a placa de massa folhada fresca ou esticar com o rolo um bloco de massa folhada descongelada e colocá-la num tabuleiro anti-aderente ou forrado com papel vegetal (o papel vegetal que vem com a massa folhada fresca, por exemplo).
Com uma faca, marcar uma margem com cerca de 2 cm a toda a volta.
Numa taça, juntar as rodelas de curgete, o alho picado e um fio de azeite. Envolver bem e reservar.
Noutra taça, misturar metade do parmesão com o mascarpone (imagino que este se possa substituir por outro queijo-creme, tipo Philadelphia). Barrar com esta mistura a massa folhada, sem invadir as margens.
Dispor por cima as rodelas de curgete, sobrepondo-as ligeiramente e levar ao forno cerca de 15 minutos.
Passado este tempo, retirar e polvilhar com o restante parmesão.
Levar ao forno por mais 15/20 minutos ou até a massa e as curgetes estarem com uma cor dourada bonita.

*Como foi para aproveitar um resto de massa folhada, fiz cerca de metade desta receita.
10
Mai11

Um livro, uma receita #21

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Um gratinado que há muito queria experimentar e me encheu as medidas.
Aromático, cheio de sabor, delicioso.

Mas se eu sou suspeita a falar, a prova de que vale mesmo a pena fazê-lo está na reacção "Mmmm... muito bom!" das minhas colegas de trabalho, ontem, quando lhes dei a provar as sobras, que foram o meu almoço.

Estou ansiosa por repeti-lo num dia especial, e assim mimar ainda mais gente com esta coisa boa.

E mortinha que chegue a Feira do Livro do Porto: uma boa ocasião para completar esta colecção de livros e trazer mais alguns que tenho andado a namorar.

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Gratinado de Legumes com crosta de Ervas

(adaptado do livro "Cozinha Saudável")

3 batatas doces médias
3 cenouras médias

(a receita original inclui ainda batata normal)
150 ml de natas
150 ml de caldo de legumes
2 dentes de alho picados
1 chávena almoçadeira de pão ralado
(de preferência pão fresco ou do dia anterior ralado em casa)
1 colher de sopa de queijo parmesão
1 raminho pequeno de salsa
Tomilho seco qb

(na receita original, as ervas são Salva e Alecrim)
Manteiga para untar
Sal, se necessário


Pré-aquecer o forno nos 200º.
Untar um pirex quadrado com manteiga.
Descascar as cenouras e as batatas doces e cortá-las às rodelas.
Fazer uma camada de legumes, intercalando a batata com a cenoura e sobrepondo ligeiramente as rodelas.
Espalhar uma parte do alho picado e sal, se achar que o sal do caldo de legumes não é suficiente.
Fazer mais camadas como a descrita até acabarem os legumes.
Misturar o caldo com as natas e levar a aquecer.
Verter por cima dos legumes, certificando-se de que o líquido passa por todos.
Misturar o pão ralado com o parmesão, a salsa e o tomilho.
Espalhar o pão ralado pelos legumes.
Levar ao forno durante 1 hora ou até os legumes se mostrarem bem macios quando inserir uma faca.
Quando o pão ralado começar a ficar dourado, cobrir com papel de alumínio e retirá-lo um pouco antes do final para acabar de dourar e parte do líquido se evaporar.

Servir como acompanhamento de carne assada ou grelhada, ou então, acompanhar com uma salada de alface para uma refeição mais leve, como foi o caso.
07
Abr11

Tarte de sobras. Para quando não há sobra de tempo.

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Esta experiência já se deu há algum tempo.
Ultimamente não tenho conseguido pegar em receitas novas, mas não queria deixar apagar o Lume.
Remexi mais uma vez nas minhas desorganizadas pastas de fotos e saiu de lá esta tarte de cogumelos e bróculos, que na altura nos soube muito bem.

Não é bem uma receita, é mais uma sugestão de combinação de ingredientes, que no meu caso andavam esquecidos no frigorífico: Massa folhada, Cogumelos salteados em alho e azeite e Bróculos cozidos, aos quais juntei Molho béchamel e 3 ou 4 Ovos.

Forrei a tarteira com a massa, piquei-a e levei ao forno pré-aquecido nos 180º uns 10 minutos. Depois, espalhei no fundo os cogumelos e por cima os bróculos. Temperei o béchamel com um pouco de pimenta preta e noz-moscada, juntei-lhe os ovos, bati bem e verti por cima dos outros ingredientes. Levei ao forno cerca de 35 minutos.
Serviu de prato principal ao jantar, acompanhado de uma salada de alface, couve-roxa e pimento.
21
Mar11

Palmier remix.

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Há uns tempos experimentei estes palmiers.
Para além de serem muito fáceis de fazer, são uma entrada que agrada também aos olhos.
Este fim-de-semana decidi variar nos ingredientes e levei esta versão para um almoço em casa dos meus pais.
Fizeram sucesso e são uma ideia muito prática para dias de festa, podendo ser servidos com diferentes recheios.
Wow factor garantido...

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Palmiers de azeitona e pimento vermelho

1 placa de massa folhada rectangular
6 colheres de sopa de azeitonas pretas sem caroço picadas
(usei do Continente, descaroçadas e às rodelas)
2 pimentos vermelhos grandes assados de conserva (usei do Lidl, em frasco)
Azeite aromatizado com orégãos qb (ou azeite e orégãos qb)
Sementes de sésamo para polvilhar

Partir o pimento em pedacinhos para uma taça.
Juntar as azeitonas picadas. Regar com um pouco de azeite de óregãos e envolver bem.
Desenrolar a massa folhada. Espalhar o recheio pela massa.
Fechar a massa, enrolando ambas as abas mais compridas da massa sob si mesmas, para dentro, até se encontrarem ao centro.
Apertar bem e envolver em película aderente ou no papel vegetal que vem com a massa.
Levar ao frigorífico cerca de 20 minutos para ficar mais firme.
Cortar às fatias e colocá-las, na horizontal, num tabuleiro anti-aderente. Polvilhar com as sementes de sésamo.
Levar ao forno pré-aquecido nos 200º cerca de 20 minutos ou até ficarem bem folhados e dourados.

Escrevo este post com um grande sorriso: primeiro porque estas fotos ficaram bonitas, comprovando que a máquina chegou como nova, depois do meu pirata mais novo a ter mandado para a assistência técnica (abençoado seguro feito quando a comprámos!). Segundo, porque foi feito no meu fantástico, adorável, lindo de morrer e há muito desejado MacBook Pro ;-)
09
Mar11

Receita fish.

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Este blog tem andado demasiado calórico.
Esta receita de peixe muito simples, inspirada nos assados "in a bag" do Jamie Oliver pretende repor o equilíbrio por estas bandas, antes que outras sugestões doces façam o seu caminho.

En papillote é como os franceses designam esta forma de cozinhar os alimentos. Prática, rápida e saudável.
O peixe (também se pode usar frango ou peru, em bifes finos), acaba por cozinhar nos próprios líquidos e com a ajuda do vapor que se cria na "bolsa", feita em papel vegetal ou de alumínio.

Quando me falta o tempo, quero cozinhar peixe e não tenho nenhuma receita planeada, esta é uma das soluções a que costumo recorrer.
E se nunca sai igual - ou porque muda o peixe ou porque mudam os legumes, conforme o que há no frigorífico e no congelador - fica sempre saboroso.
Esta foi uma das últimas variações e resultou especialmente bem.

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Peixe assado "em bolsa"
Para 2

4 filetes de peixe congelados (eu usei Panga* mas pode usar-se outro peixe branco)
1 cenoura
1/2 alho-francês
1/2 pimento vermelho
Sumo de 1/2 limão
Um bom fio de azeite
Sal e pimenta preta moída na altura
Salsa qb
Folha de alumínio

Descongelar ligeiramente os filetes (não precisam de estar completamente descongelados).
Pré-aquecer o forno nos 200º, com o tabuleiro de alumínio do forno lá dentro (ou outro tabuleiro colocado sobre a grade a aquecer).
Num prato fundo, juntar aos filetes a cenoura e o pimento partidos em juliana, o alho-francês partido em rodelas finas, a salsa, o sumo de limão, um bom fio de azeite, o sal e a pimenta. Envolver tudo muito bem.
Fazer uma bolsa em papel de alumínio com tamanho suficiente para acolher todos os ingredientes, fechando bem todos os lados (dobrando e enrolando as pontas do papel), à excepção de um.
Introduzir o peixe e a respectiva marinada na bolsa, fechar bem esse último lado, e colocá-la sobre o tabuleiro previamente aquecido.
Levar a assar durante cerca de 20 minutos.
Servir com arroz branco, por exemplo.

*O peixe panga, também conhecido por peixe-gato, tem visto a sua popularidade crescer por cá, sobretudo devido ao seu preço atractivo. A sua qualidade tem sido muito discutida, no entanto, um estudo da Deco-Proteste veio tranquilizar os consumidores.
20
Nov10

Hoje a Moira vem jantar...

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... e eu fiquei encarregue dos acompanhamentos.

Esta é a primeira vez que participo num desafio lançado na blogosfera culinária. Gosto muito do Tertúlia de Sabores e uma vez que o tema do desafio lançado no âmbito do 3º aniversário do blog era livre, achei que podia ajudar a tornar este "jantar" ainda mais recheado, variado e colorido.

Estou certa de que as contribuições serão imensas (e muito superiores em qualidade e criatividade a estas minhas modestas sugestões), mas suspeito que haja mais entradas, pratos principais e sobremesas.

Por isso, depois de muitas indecisões e várias hipóteses postas de lado, decidi dedicar ao Tertúlia estas batatas no forno e esta couve roxa salteada: dois acompanhamentos simples mas saborosos, feitos recentemente a pensar num blog que é uma óptima companhia.

Bom apetite, Moira!

Couve roxa salteada com milho


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Uso com muita frequência estes dois ingredientes em saladas frias. Mas agora estas já não apetecem tanto e decidi juntá-los numa versão mais própria para esta estação.
Gostei bastante do resultado, espero que a Moira também aprecie!


Para 2

1/4 de uma couve roxa grande ou 1/2 couve roxa pequena
1 lata pequena de milho
(Bonduelle, de preferência)
2 colheres de sopa de azeite
1 colher de sopa de vinagre de sidra
Sal


Numa sertã anti-aderente levar o azeite a aquecer em lume médio. Juntar a couve roxa partida em juliana e deixar amolecer, o que deve demorar cerca de 20 minutos.
Juntar o vinagre e deixar evaporar, mexendo sempre. Juntar o milho escorrido, temperar com sal, envolver bem o milho na couve e deixar que o milho aqueça por todo.
Está pronto a acompanhar vários pratos principais, desde uns simples bifinhos de frango até um peixe assado no forno.


Gomos de batata no forno

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Há muito que queria experimentar este tipo de batatas no forno, com casca e muito bem temperadas. O meu ponto de partida foi este, mas lembro-me de já ter visto receitas parecidas em que as batatas levam ainda mais condimentos, nomeadamente colorau ou pimentão doce, que também usei.
Ficaram muito boas e são especialmente indicadas para acompanhar carne, ou então para servirem de snack, a companhar uma cerveja geladinha.

Para 2

2 batatas brancas de pele fina grandes ou 3 médias
1 colher de sopa de azeite
1 colher de sopa de óleo vegetal
1 fio de vinagre a gosto (eu usei de sidra)
Pimentão doce ou paprika em pó qb
Pimenta preta acabada de moer qb
Alho em pó qb
Sal qb
Flor de sal para polvilhar antes de servir


Pré-aquecer o forno nos 220º. Forrar um tabuleiro com papel vegetal.
Lavar muito bem as batatas, secá-las e parti-las aos gomos.
Juntar todos os ingredientes numa taça, menos a flor de sal.
Mexer com as mãos, envolvendo bem as batatas nos temperos.
Espalhar os gomos de batatas no tabuleiro e levar ao forno cerca de 45 minutos ou até estarem bem douradinhas e enrugadas qb.
Antes de servir, polvilhar com flor de sal.

Teresa Rebelo

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