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Lume Brando

12
Dez12

Viena e uma receita para o Natal.


 




































































Uma viagem de trabalho do G. a Viena, há umas semanas atrás, transformou-se numas miniférias a dois.
A altura não podia ter sido melhor, com a cidade já envolta numa alegre e colorida atmosfera natalícia.

Deu para perceber que esta é uma época muito importante para os austríacos, na sua maioria católicos. Nas ruas do centro não faltam iluminações, as coroas de advento vendem-se em todo o lado e os mercados de natal surpreendem-nos a cada esquina. Estes são uma espécie de feiras de artesanato, onde se destacam as bancas que vendem bolas e outros enfeites de natal - lindos mas caríssimos - e as bancas que servem os famosos punsch e glühwein, as bebidas quentes que ajudam os grupos de amigos e as famílias que se juntam nas praças ao fim da tarde, a afastar o frio.

Já não nos lembrávamos de andar tanto a pé. A cidade é bem maior do que imaginávamos e, apesar da excelente rede de transportes públicos, caminhar pareceu-nos a melhor maneira de ficar a conhecê-la.
O resultado, para além dos músculos cansados e da alma cheia de mundo, foram centenas de fotografias, que só agora consegui seleccionar.

Algumas ajudam a ilustrar o meu toptwelve desta visita a Viena:

1. Os mercados de natal e o ambiente mágico que neles se vive, com destaque para o da Rathaus;
2. Os cafés e o café (gostei especialmente do Kleines Café, com uma atmosfera muito informal e intimista e onde, só agora descobri, foi filmada uma cena do filme 'Antes do Amanhecer', com o Ethan Hawke e a Julie Delpy);
3. A missa de domingo na Capela Imperial do Palácio Hofburg, com um grupo de canto gregoriano, os Pequenos Cantores de Viena e um organista da Filarmónica de Viena;
4. A divertida visita guiada ao edifício da Ópera (acho que tivemos sorte com o guia);
5. Os mercados, especialmente o Naschmarkt;
6. A subida à cúpula da Karlskirche, onde se podem apreciar os frescos a muito pouca distância e ainda ter uma panorâmica sobre a cidade (ainda que seja aos quadradinhos, devido à rede de segurança);
7. O Museum Quartier, com vários museus, lojas e um ambiente cosmopolita fresco e moderno que contrasta com as clássicas atracções da cidade;
8. Os Palácios Schloss Schönbrunn e Belvedere, sobretudo pela forma como foram implantados, com espaço à volta e vista sobre a cidade (num dos Palácios Belvedere pode ver-se o beijo mais famoso do mundo, de Gustav Klimt e no Schönbrunn há esquilos simpáticos);
9. A simpatia dos austríacos, que fisicamente são mais parecidos connosco do aquilo que eu poderia imaginar;
10. As lojas Blaulicht e Kokon, onde me senti uma criança numa grande loja de brinquedos, com vontade de comprar tudo, mas onde comprei apenas duas singelas colheres de café e uma pequena rena prateada;
11. As castanhas que se vendem na rua, enormes e doces, que não sujam as mãos pois são assadas em fogareiros a gás;
12. O jantar inesperado no Zweitbester, um restaurante industrial chic que encontrámos por acaso e onde comemos muito bem sem pagar muito - o meu risotto de castanha estava delicioso e o peixe, de rio, que o G. escolheu, também.

E agora a receita. Inspirada nesta viagem.
Na segunda visita que fiz ao Naschmarkt, descobri uma banquinha liderada por dois rapazes novos que vendiam doces com aspecto caseiro. Os que mais me chamaram a atenção foram umas rodelas rústicas de chocolate cobertas com amêndoa caramelizada, o tamanho era pouco maior do que uma bolacha maria. Havia em todas as versões: chocolate preto, branco e de leite. Perguntei quanto custavam e disseram-me que era ao peso. Pegaram numa, como exemplo, e colocaram na balança, informando-me de que aquela passava dos 3 Euros. Sorri de olhos arregalados, agradeci, mas não comprei, decidida a tentar fazê-las eu, assim que voltasse.

Aqui estão elas: uma espécie de florentinas simplificadas, quem nem de forno precisam e que podem transformar-se num mimo de natal, com imensas variações.
Desta vez fiz só com chocolate preto e amêndoa, mas já estou a magicar usar pistáchios, sultanas e casca de laranja cristalizada...







'Pseudoflorentinas' de chocolate e amêndoa

Para cerca de 10

200 g de chocolate de culinária
50 g de miolo de amêndoa laminado (ou aos palitos)
1/2 colher de sopa de manteiga ou margarina
1 a 2 colheres de sopa de açúcar amarelo

Numa sertã, colocar o açúcar e a manteiga. Deixar derreter a manteiga, mexer bem e juntar a amêndoa.
Deixar cozinhar em lume médio, até a amêndoa começar a caramelizar e ganhar uma cor bonita, mexendo sempre com cuidado, para não partir as láminas de amêndoa e ficarem douradas por todo.
Retirar do lume e deixar arrefecer sobre uma folha de papel vegetal.
Levar o chocolate a derreter em banho-maria, tendo atenção para que a água do tacho não toque no recipiente do chocolate.
Quando o chocolate estiver bem derretido, verter colheradas sobre papel vegetal (usei uma colher de sopa, para círculos com cerca de  6 cm.
Espalhar por cima a amêndoa já arrefecida.
Se sobrar chocolate, passar uns fios sobre as bolachas para 'prender' melhor a amêndoa.
Deixar secar bem.
Destacar do papel vegetal com cuidado, embrulhar e oferecer!


23
Out12

Got milk?


























































"Got milk?" é há vários anos o headline das campanhas de incentivo ao consumo de leite de vaca nos Estados Unidos. Os anúncios mais conhecidos são aqueles em que os famosos aparecem com um bigode branco, supostamente de quem acabou de beber leite com sofreguidão e prazer, mas foi de outra campanha que me lembrei quando comi a primeira destas bolachas.

Nesses anúncios, o protagonista era uma bolacha com pepitas de chocolate, uma fatia de brownie escuro e húmido ou uma sanduíche recheada com manteiga de amendoim, acompanhados da célebre frase. E a verdade é que se demorássemos o olhar na imagem e na pergunta, produzia-se um certo desconforto. Sentia-se, de facto, a falta do leite, como se não pudessem existir um sem o outro, como se não fosse possível comer com prazer aquela guloseima sem o leite a acompanhar.

Pelo menos para mim, que gosto de leite e dele simples, a campanha funcionava. E por isso digo que estas podiam ser as bolachas dos anúncios. Ainda que sejam boas de qualquer maneira - crocantes e com um sabor que faz lembrar umas bombásticas do IKEA, não com pepitas mas com um dos lados banhados em chocolate - acompanhadas de um copo de leite bem frio sabem ainda melhor...







































Bolachas com pepitas de chocolate
(deste livro de Nigella Lawson )

150 g de manteiga sem sal
125 g de açúcar mascavado
100 g de açúcar 'normal'
2 colheres de chá de extracto de baunilha (usei 1)
1 ovo frio
1 gema fria
300 g de farinha
1/2 colher de chá de bicarbonato de sódio
325 g de pepitas ou pedacinhos de chocolate de culinária (usei 150 g em pedacinhos)

Pré-aquecer o forno nos 180º e forrar dois tabuleiros com papel vegetal.
Derreter a manteiga e deixar arrefecer um pouco.
Colocar todo o açúcar numa taça e juntar-lhe a manteiga, misturando bem.
Juntar a baunilha, o ovo e a gema (saídos directamente do frigorífico).
Adicionar a farinha e o bicarbonato de sódio, mexer bem, e por fim envolver as pepitas ou os pedacinhos de chocolate.
Se a massa ficar como a minha, bastante consistente, vai poder fazer bolinhas com as mãos. Molde-as, do tamanho um pouco maiores que brigadeiros, e coloque-as num dos tabuleiros com papel vegetal, bem separadas entre si, pois vão alargar e achatar. Também pode usar uma colher de gelados pequena.
Levar a restante massa ao frigorífico enquanto o primeiro tabuleiro coze, o que deve demorar à volta de 20/25 minutos. Pouco antes de retirar o primeiro tabuleiro do forno, fazer mais bolinhas, colocando-as no segundo tabuleiro, e assim sucessivamente, reservando sempre a massa que sobra entre cada tabuleiro no frigorífico.
Cinco minutos após as bolachas terem saído do forno, colocá-las a arrefecer sobre uma grade.
Guardar em recipientes herméticos.

Notas:

- A receita original fala em 14 bolachas, mas deve ser gralha: rendeu-me 50 de tamanho médio (e no livro não parecem ser exageradamente grandes);
- Desta vez segui a receita à risca e não coloquei dois tabuleiros no forno de cada vez, mas para a próxima irei fazê-lo, para poupar tempo e energia;
- Nas fotos do livro, vê-se que Nigella usa a batedeira para misturar os ingredientes da massa; eu usei uma colher de pau e foi pacífico;
- Vai parecer impossível que as bolas (feitas à mão ou com a colher de gelado) se transformem em bolachas quase planas, mas vá espreitando o forno e verá a magia acontecer.


01
Mai12

Almendrados de noz?



Andei às voltas com o nome a dar a estas bolachas ou bolinhos.
Almendrado vem de amêndoa e numa primeira impressão 'almendrados de noz' pode parecer estranho.
Mas olho para estes doces e julgo que almendrados é a palavra que melhor os descreve, quer pelo aspecto quer pela textura.

Na Páscoa, fi-los com amêndoa - podem vê-los aqui - mas há uns dias resolvi repetir e fazer também uma dose com nozes.
Ficaram mais húmidos por dentro, com um sabor mais intenso e houve grandes apreciadores de amêndoa cujo coração balançou...



"Almendrados" de noz e chocolate
(a receita original está neste livro)

Para cerca de 24

2 claras
100 g de açúcar fino
125 g de miolo de noz moído
50 g de chocolate negro ralado (usei de culinária)
Pedaços de noz para decorar
Folha de obreia (opcional, se é do norte pode comprá-la aqui ou aqui)

Pré-aquecer o forno nos 180º.
Forrar um ou dois tabuleiros (consoante o tamanho) com papel vegetal ou papel de obreia (hóstia).
Bater as claras em castelo. Quando já estiverem bem fofas e brancas, juntar aos poucos o açúcar.
Continuar a bater até ficar espesso e brilhante.
Envolver suavemente o chocolate ralado e a noz em pó.
Colocar este preparado num saco pasteleiro com um bico largo liso (ou usar um saco de congelação e cortar-lhe uma das pontas) e fazer círculos de massa sobre o papel vegetal ou folha de obreia, com cerca de 4 cm de diâmetro e bem separados uns dos outros, pois vão crescer bastante no forno.
Colocar um pedaço de miolo de noz no centro de cada bolinho.
Levar ao forno cerca de 15 minutos ou até estarem firmes ao toque.


Se usar a folha de obreia, é fácil destacar os almendrados, depois de arrefecidos: basta fazer alguma pressão na bolacha, de baixo para cima, e a hóstia acabará por ceder à sua volta. Se preferir pode usar uma tesoura.

04
Abr12

Coisas de Páscoa.







Gosto da Páscoa, das suas tradições e do seu espírito de recomeço.
Na Páscoa, como que se faz luz.
O Inverno fica para trás (este ano, talvez não seja bem assim) e, aos poucos, os dias vão ganhando tempo, a natureza vai ganhando vida, as faces vão ganhando sorrisos.

Mais do que de resoluções de ano novo, sou de resoluções de Páscoa.
Uma das que apontei mentalmente este ano foi obrigar-me a experimentar receitas novas mais vezes, animada por esta energia que, mesmo com a crise à espreita, se sente no ar (na verdade, acho que já tinha formulado este desejo ao comer uma das doze passas no reveillon...).

Contrariar a agenda sempre cheia de compromissos, contrariar a insegurança do como irá sair, contrariar a preguiça...

Ontem, dei um primeiro passo nesta missão primaveril.

E como estamos na Páscoa, escolhi uma receita com amêndoa. E chocolate.
Almendrados de chocolate. Para celebrar este tempo tão favorável ao crescimento das coisas boas. Como a amizade*.









































Almendrados de chocolate
(do livro Chocolate - 200 receitas)


Para cerca de 24


2 claras
100 g de açúcar fino
125 g de amêndoa moída
50 g de chocolate negro ralado (usei de culinária)
Amêndoas de chocolate, amêndoas inteiras ou lascas de amêndoa para decorar


Pré-aquecer o forno nos 180º.
Forrar um ou dois tabuleiros (consoante o tamanho) com papel vegetal.
Bater as claras em castelo. Quando já estiverem bem fofas e brancas, juntar aos poucos o açúcar.
Continuar a bater até ficar espesso e brilhante.
Envolver suavemente o chocolate ralado e a amêndoa em pó.
Colocar este preparado num saco pasteleiro com um bico largo liso (ou usar um saco de congelação e cortar-lhe uma das pontas) e fazer círculos de massa sobre o papel vegetal, com cerca de 4 cm de diâmetro e bem separados uns dos outros, pois vão crescer bastante no forno.
Colocar uma amêndoa ou uma lasca de amêndoa no centro de cada bolinho (a receita sugere uma espécie de amêndoa de chocolate, mas eu não tinha).
Levar ao forno cerca de 15 minutos, até estarem firmes ao toque.

Os meus talvez tenham cozido um pouco mais, mas ficaram no ponto para quem prefere a textura crocante àquela mais elástica e húmida que às vezes os almendrados têm.

Ah! No livro chamam-se "macaroons de chocolate" mas o aspecto fez-me lembrar os nossos almendrados, por isso mudei o nome. E da próxima vez, para os tornar ainda mais portugueses, vou levá-los a cozer sobre folha de obreia (hóstia).


*Esta experiência serviu também para assinalar uma amizade blogosférica. Só espero que cheguem ao destino estaladiços e saborosos, tal como os que ficaram cá em casa...

14
Fev12

O amor de todos os dias.







Não são precisos grandes motivos ou pretextos para pôr chocolate no forno.
Estas bolachas são tão perfeitas para hoje, como para qualquer dia do ano.
Ainda que saibam sempre melhor quando partilhadas…
































Bolachas de chocolate com pepitas
(revista Good Food – Setembro 2010)

85 g de manteiga
1 colher de sopa de cacau em pó
1 colher de chá de café instantâneo em pó
85 de açúcar mascavado claro
25 g de açúcar amarelo
85 g de chocolate 70% cacau  (usei 85 g de pepitas de chocolate negro)
1 ovo batido
½ colher de chá de extracto de baunilha
140 g de farinha sem fermento
½ colher de chá de bicarbonato de sódio

Forrar dois tabuleiros com papel vegetal (esta receita dá para cerca de 22 bolachas).
Num tacho, colocar a manteiga, o cacau e o café e levar ao lume, médio,até a manteiga derreter.
Juntar os açúcares e deixar arrefecer.
Se não usar pepitas, partir o chocolate em pequenos pedaços, 
Juntar o ovo e o extracto de baunilha à mistura de manteiga. Adicionar afarinha e o bicarbonato e mexer bem. Juntar cerca de 2/3 do chocolate ou daspepitas à massa. Envolver suavemente sem bater demasiado. Deixar repousar para amassa ganhar consistência, aí uns 20 minutos.
Ligar o forno nos 180º
Com as mãos, fazer pequenas bolas de massa e colocar nos tabuleiros, bem afastadas umas das outras, poisvão alargar bastante no forno. Distribuir o restante chocolate ou as pepitaspelo topo de cada bolacha. Levar a cozer cerca de 12 minutos.

Nota: as minhas bolachas ficaram pouco estaladiças, julgo que deveriam terficado no forno mais alguns minutos. Em todo o caso, o sabor superaperfeitamente esta falha na textura!

24
Dez11

O post(al) da época.


















As renas (ou serão alces?) que têm saído da cozinha do Lume Brando.
As mensageiras perfeitas dos meus desejos de Boas Festas. Para todos!

E agora vou ali preparar o menu de amanhã: pela primeira vez, o almoço do dia de natal será em minha casa. Com pais, sogros, irmãos, cunhados, tias, sobrinhos....
Uma aventura que me entusiasma, pois estarmos todos juntos é sempre muito bom.

Feliz Natal!
24
Nov11

Já cheira a Natal.

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Na cozinha do Lume Brando já se começam a sentir os aromas de Natal.

Tenho andado a testar receitas para um projecto que está quase, quase a sair do forno, e depois de uns queques de baunilha fantásticos, cuja receita também virá para aqui em breve, foi a vez destas bolachinhas de chocolate.
Uma receita alternativa à massa tradicional de manteiga, que resultou muito bem. Ficaram estaladiças e com um delicioso sabor a cacau. Daquelas que é impossível comer só uma...

Confesso que até a massa crua fartei-me de comer, o que me deixou logo optimista quando ao resultado final ;)

A receita original está neste livro fantástico da "tia" Martha.

Bolachinhas de chocolate com formas

Para 3 a 4 dúzias

1 1/2 chávenas* farinha sem fermento
1/2 + 2 colheres de sopa de cacau em pó
1/8 de colher de chá de sal (não usei)
1/4 colher de chá de canela moída (não usei)
180 g de manteiga sem sal à temp. ambiente (usei com sal)
1 1/2 chávena* de açúcar em pó peneirado
1 ovo L ligeiramente batido (usei M)
1/2 colher de chá de extracto de baunilha


Peneirar a farinha, o cacau, o sal e a canela (se for caso disso) para uma taça.
Com a batedeira eléctrica, bater a manteiga e o açúcar durante cerca de 3 minutos, até se obter um creme esbranquiçado e relativamente fofo.
Juntar o ovo e a baunilha, reduzindo a velocidade da batedeira, e gradualmente adicionar a mistura de farinha e cacau.
Formar uma espécie de bola achatada de massa e levá-la ao frigorífico no mínimo durante uma hora (se achar que a massa está pegajosa e não consegue formar uma bola, junte um pouco mais de farinha, até se despegar das mãos.
Entretanto pré-aquecer o forno nos 180º.
Depois de bem refrigerada, estender a massa numa superfície enfarinhada, esticá-la com o rolo e cortar as formas desejadas. Passar as bolachas para o tabuleiro onde vão cozer (anti-aderente ou forrado com papel vegetal) e levar ao frigorífico por mais 15 minutos. Se a massa começar a ficar mole, leve-a de novo ao frio por alguns minutos antes de cortar as bolachas.
Repetir até terminar a massa.
Depois de arrefecidas, decorar as bolachas com glacé, por exemplo, ou embalá-las mesmo nesta versão mais simples e oferecer a alguém especial :)

*250 ml de capacidade
31
Out11

Happy Halloween!

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Com crianças pequenas em casa é difícil resistir ao Dia das Bruxas.
Ainda que esta seja uma tradição 'importada', não deixa de ser um óptimo pretexto para fazer coisas giras com os miúdos.
Depois das abóboras escavacadas, das teias e das aranhas pintadas na cara, foi a vez das bolachas assustadoras.
Bom feriado para todos!
24
Out11

Aprender é uma festa.






Hoje houve lanche especial na sala do L.
O motivo era celebrar a conquista da aprendizagem das vogais: um marco importante para quem começou há pouco mais de um mês a escola "a sério".
A professora convidou os meninos a levarem algo alusivo ao tema e este foi o contributo que saiu cá de casa: um bolo mármore recheado com chocolate e umas bolachinhas de manteiga.
Espero que os miúdos tenham gostado. O L. adorou!

Teresa Rebelo

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