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Lume Brando

02
Jan14

Uma pavlova para começar bem o ano.

Primeiro post de 2014. Primeira experiência culinária do ano.
Não era por não ter uma batedeira boa, com apoio, que nunca tinha feito pavlova, mas é verdade que ter recebido uma KitchenAid vermelha, linda, no Natal (surpresa do meu provador-mor), incentivou-me a não adiar mais a experiência.

O ar festivo das pavlovas, que as tornam perfeitas para esta quadra, foi também um dos motivos que me empurraram para a cozinha na madrugada do dia 1. Assim poderia levar uma sobremesa vistosa e diferente para o almoço de Ano Novo em casa dos meus pais.
Apesar de obrigar a uma cozedura demorada (a receita que segui era especialmente lenta, com o forno a uma temperatura muito baixa, para garantir a brancura do suspiro), é muito fácil de fazer e o resultado superou as minhas expectativas: crocante por fora, húmida e macia por dentro, num equilíbrio bem mais interessante do que nos suspiros de compra que costumo usar para fazer a sobremesa de colher que podem espreitar aqui.

Outra coisa boa das pavlovas é que podem ser conjugadas com os sabores e as frutas de que mais gostarmos. As natas e os frutos vermelhos são um clássico, mas tenho visto pavlovas de chocolate com um aspecto igualmente delicioso e que quero em breve experimentar. Sim, porque uma das minhas resoluções para o novo ano é cozinhar mais, experimentar mais, mimar mais a família e os amigos...

Bom Ano para todos!








PAVLOVA DUPLA COM FRUTOS VERMELHOS

Para os merengues:
(adaptado da revista Good Food - Maio 2011)

8 claras de ovo (+-250 g de claras)
480 g de açúcar
1 colher de sopa de farinha de milho
1 colher de sopa de vinagre de sidra
1 pitada de sal

Para o recheio e cobertura:

400 g de frutos vermelhos (congelados ou um mix de frescos e congelados - usei morangos e framboesas congeladas)
3 colheres de sopa de açúcar amarelo
1/2 romã
400 ml de natas para bater
Algumas gotas de sumo de limão
3 colheres de sopa de açúcar em pó (ou a gosto) + algum para polvilhar
Folhinhas de hortelã

Pré-aqueça o forno nos 110º com a ventoinha ligada (liguei a ventoinha porque cozi os dois merengues ao mesmo tempo em dois níveis do forno).
Desenhe numa folha de papel vegetal um círculo com 26 cm de diâmetro e noutra folha um círculo de 20 cm de diâmetro. Coloque as folhas sobre tabuleiros de ir ao forno, com a marca do lápis virada para baixo.
Comece a bater as claras, que devem estar à temperatura ambiente, com uma pitada de sal. No início sem o açúcar, mas quando começarem a ganhar picos consistentes, junte o açúcar aos poucos, continuando a bater até estar firme e brilhante. Antes de juntar a última porção de açúcar, junte a farinha de milho e o vinagre.
Coloque colheradas de merengue dentro dos círculos desenhados, abatendo um pouco no centro e mantendo os lados mais altos e irregulares. Leve a cozer durante 30 minutos e depois reduza a temperatura para 90º/ventoinha e deixe cozer durante mais 1h30. Desligue o forno, entreabra ligeiramente a porta e deixe as pavlovas arrefecerem dentro do forno.
Depois de frias, se não for usar logo, guarde-as numa caixa hermética.

Montar/ decorar:
Com cerca de 2 ou 3 horas de antecedência, coloque os frutos congelados numa taça, envolva-os no açúcar amarelo e deixe descongelar (vão largar um sumo delicioso que vamos usar depois na decoração).
Bata as natas com o açúcar em pó até ficarem firmes (a meio do processo junte umas gotas de sumo de limão: vai ajudar a que fiquem mais espessas).
Num prato com rebordo, coloque o suspiro maior, espalhe colheradas de chantilly e metade dos frutos.
Coloque o outro suspiro por cima e repita a operação: camada de natas seguida de camada de frutos, salpicando com os bagos de romã. Regue com algum do sumo largado pelos frutos, espalhe algumas folhinhas de hortelã e polvilhe com açúcar em pó.
Está pronto a servir.

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Teresa Rebelo

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