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Lume Brando

11
Dez17

Sugestão de presente caseiro para o Natal [Alperces com chocolate negro]

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Parece-me incrível que faltem apenas duas semanas para o Natal. Normalmente, começo a entrar no espírito da quadra de cada ano fazendo muitos planos: de decoração, de receitas para as festas de família, de presentes comestíveis. Mas depois, os dias começam a atropelar-se e nunca consigo fazer tudo o que tinha idealizado.

 

Este ano, com o atraso das obras que estamos a fazer no nosso apartamento – era suposto já estarem prontas, mas ainda nem sequer sei se poderei acordar no dia de Natal em casa, o que me tem deixado os nervos em franja - os planos ficaram ainda mais em suspenso.

 

Estando a viver em casa de um dos meus irmãos, tenho uma cozinha à minha disposição, mas fazem-me falta as minhas coisas, o meu forno, as minhas formas, os meus utensílios. Digamos que trouxe comigo um kit de sobrevivência, mas estou limitada a receitas mais simples, sobretudo no que toca a bolos e sobremesas.

 

Fazer bolachas, por exemplo, não é muito prático, pois não tenho uma grande área de trabalho. Pelo que andei a pensar numa lembrança de Natal que não exigisse grande “produção”, mas que fosse deliciosa. E aqui está ela: alperces secos banhados em chocolate negro.

 

Aviso já de que são altamente viciantes, por isso sugiro que façam uma dose bem generosa, para poderem ficar com alguns. Pensando bem, nem é preciso o pretexto do Natal e dos presentes para experimentar esta coisa boa: estes alperces com chocolate funcionam na perfeição como um snack ou como um pequeno mimo para acompanhar o café. Yummy!

 

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ALPERCES SECOS COM CHOCOLATE NEGRO

Para 50

 

50 alperces secos – cerca de 400 g

160 g de chocolate negro

 

Forre um tabuleiro com papel vegetal. Leve a derreter o chocolate em banho-maria.

Mergulhe metade de cada alperce no chocolate e coloque a secar sobre o papel vegetal. Repita com os restantes alperces. Deixe secar bem o chocolate antes de guardá-los em frascos ou sacos de celofane.

 

06
Dez17

O peixe que veio do frio [Bacalhau da Islândia à moda da minha mãe]

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Já há muito que queria partilhar convosco uma das receitas de família que me são mais queridas. O “Bacalhau coberto” da minha mãe - e o nome do prato é mesmo assim, curto e simples - é uma instituição. Desde pequena que o vejo a ser servido na véspera de Natal - feito sobretudo a pensar nos mais novos, que torciam o nariz ao bacalhau cozido com todos. Mimos de mãe e de avó.

 

E se é verdade que volta e meia a minha mãe prepara esta receita, é no Natal e nos dias mais frios que esta comida de conforto nos sabe melhor. Desafiada pelo Bacalhau da Islândia a apresentar uma receita onde o fiel amigo fosse a estrela*, lembrei-me então de cozinhar o ‘Bacalhau coberto’, elogiado por todos os que já o provaram. Uma receita que tem atravessado gerações, pois a minha mãe aprendeu a fazê-la com a minha avó paterna.

 

É natural que a minha mãe lhe tenha dado o seu toque pessoal e eu, depois de apontar a receita, decidi também introduzir um ou outro detalhe, que não altera em nada a sua essência: puré, cebolada em azeite generoso, bacalhau cozido lascado, ovo cozido, puré, azeitonas. Ou seja, um empadão de bacalhau, mas que já a minha avó Luísa designava por “Bacalhau coberto”.

 

A qualidade do bacalhau é essencial para a qualidade final da receita e com o Bacalhau da Islândia, não há como não ficar um prato delicioso. Não é à toa que lhe chamam “o melhor bacalhau do mundo”. Pescado de forma sustentável nas águas geladas islandesas e salgado de acordo com o saber transmitido de geração em geração nas aldeias piscatórias desta ilha do norte da Europa, o Bacalhau da Islândia apresenta uma lasca perfeita e um sabor irrepreensível, depois de corretamente demolhado.

 

Um peixe que nos chega de um país frio e cheio de maravilhas naturais (a Islândia está no topo da minha wishlist de viagens), e que vem aquecer as nossas mesas com um mundo de possibilidades em termos de receitas. Este “Bacalhau coberto” é apenas uma das mil e uma formas de cozinhar este ingrediente nobre, e o meu desejo é que que sirva de mote para momentos felizes à volta da mesa.

 

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BACALHAU COBERTO

 

Para 5/6 pessoas

 

Para o puré:

1 kg de batatas descascadas e cortadas aos pedaços

200 g de cenoura descascada e ralada

400 ml de leite meio-gordo

Sal, pimenta preta e noz-moscada qb

1 colher de sopa bem cheia de manteiga

 

Para o recheio:

3 lombos de Bacalhau da Islândia demolhado

4 dentes de alho

2 folhas de louro

1 cebola pequena + 2 cebolas grandes

3 ovos

2 colheres de sopa de pimento vermelho em conserva

Azeite

 

Para finalizar:

1 ovo batido

1 punhado de azeitonas descaroçadas

 

Comece por fazer o puré, usando um robot de cozinha ou uma panela tradicional. Leve a cozer no leite a batata e a cenoura (esta deve ser ralada, para que fique cozida ao mesmo tempo que a batata), temperando com sal, pimenta preta e noz-moscada. Quando estiver tudo bem cozido, junte a manteiga e reduza a puré.

 

Entretanto leve a cozer os lombos de bacalhau com um dente de alho esmagado, uma cebola e uma folha de louro. Noutro tacho com água, leve a cozer três ovos – coloque na água um fio de vinagre para que depois seja mais fácil descascá-los.

 

Numa frigideira ou tacho baixo e largo, coloque um bom fundo de azeite e leve a refogar as restantes cebolas cortadas em meias-luas e os restantes dentes de alho laminados e uma folha de louro. Deixe cozinhar até a cebola estar bem macia e a ficar translúcida.

 

Pré-aqueça o forno nos 180º. Antes de começar a montar o empadão, lasque o bacalhau, eliminando peles e espinhas e descasque e parta os ovos em rodelas.

 

Pincele uma assadeira com azeite e faça uma camada com cerca de metade do puré. Regue com a maior parte da cebolada e faça uma camada com as lascas do bacalhau. Disponha por cima as rodelas de ovo cozido, espalhe tirinhas de pimento vermelho assado em conserva e salpique com mais um pouco da cebolada. Tape com o restante puré.

 

Espalhe por cima algumas azeitonas descaroçadas e pincele com ovo batido. Leve ao forno até sentir que está bem quente, a borbulhar e com uma cor dourada. Sirva com legumes cozidos.

 

Notas:

- Este é daqueles pratos práticos de forno, que pode ser preparado com antecedência e depois é só colocar no forno, sem stress ou cozinha desarrumada;

- Continuo sem cozinha (e sem casa, na verdade). Esta sessão fotográfica foi, por isso, feita em casa dos meus pais. O que, tendo em conta a receita, fez todo o sentido ;)

 

*Post em parceria com Bacalhau da Islândia

 

 

 

 

 

12
Dez12

Viena e uma receita para o Natal.


 




































































Uma viagem de trabalho do G. a Viena, há umas semanas atrás, transformou-se numas miniférias a dois.
A altura não podia ter sido melhor, com a cidade já envolta numa alegre e colorida atmosfera natalícia.

Deu para perceber que esta é uma época muito importante para os austríacos, na sua maioria católicos. Nas ruas do centro não faltam iluminações, as coroas de advento vendem-se em todo o lado e os mercados de natal surpreendem-nos a cada esquina. Estes são uma espécie de feiras de artesanato, onde se destacam as bancas que vendem bolas e outros enfeites de natal - lindos mas caríssimos - e as bancas que servem os famosos punsch e glühwein, as bebidas quentes que ajudam os grupos de amigos e as famílias que se juntam nas praças ao fim da tarde, a afastar o frio.

Já não nos lembrávamos de andar tanto a pé. A cidade é bem maior do que imaginávamos e, apesar da excelente rede de transportes públicos, caminhar pareceu-nos a melhor maneira de ficar a conhecê-la.
O resultado, para além dos músculos cansados e da alma cheia de mundo, foram centenas de fotografias, que só agora consegui seleccionar.

Algumas ajudam a ilustrar o meu toptwelve desta visita a Viena:

1. Os mercados de natal e o ambiente mágico que neles se vive, com destaque para o da Rathaus;
2. Os cafés e o café (gostei especialmente do Kleines Café, com uma atmosfera muito informal e intimista e onde, só agora descobri, foi filmada uma cena do filme 'Antes do Amanhecer', com o Ethan Hawke e a Julie Delpy);
3. A missa de domingo na Capela Imperial do Palácio Hofburg, com um grupo de canto gregoriano, os Pequenos Cantores de Viena e um organista da Filarmónica de Viena;
4. A divertida visita guiada ao edifício da Ópera (acho que tivemos sorte com o guia);
5. Os mercados, especialmente o Naschmarkt;
6. A subida à cúpula da Karlskirche, onde se podem apreciar os frescos a muito pouca distância e ainda ter uma panorâmica sobre a cidade (ainda que seja aos quadradinhos, devido à rede de segurança);
7. O Museum Quartier, com vários museus, lojas e um ambiente cosmopolita fresco e moderno que contrasta com as clássicas atracções da cidade;
8. Os Palácios Schloss Schönbrunn e Belvedere, sobretudo pela forma como foram implantados, com espaço à volta e vista sobre a cidade (num dos Palácios Belvedere pode ver-se o beijo mais famoso do mundo, de Gustav Klimt e no Schönbrunn há esquilos simpáticos);
9. A simpatia dos austríacos, que fisicamente são mais parecidos connosco do aquilo que eu poderia imaginar;
10. As lojas Blaulicht e Kokon, onde me senti uma criança numa grande loja de brinquedos, com vontade de comprar tudo, mas onde comprei apenas duas singelas colheres de café e uma pequena rena prateada;
11. As castanhas que se vendem na rua, enormes e doces, que não sujam as mãos pois são assadas em fogareiros a gás;
12. O jantar inesperado no Zweitbester, um restaurante industrial chic que encontrámos por acaso e onde comemos muito bem sem pagar muito - o meu risotto de castanha estava delicioso e o peixe, de rio, que o G. escolheu, também.

E agora a receita. Inspirada nesta viagem.
Na segunda visita que fiz ao Naschmarkt, descobri uma banquinha liderada por dois rapazes novos que vendiam doces com aspecto caseiro. Os que mais me chamaram a atenção foram umas rodelas rústicas de chocolate cobertas com amêndoa caramelizada, o tamanho era pouco maior do que uma bolacha maria. Havia em todas as versões: chocolate preto, branco e de leite. Perguntei quanto custavam e disseram-me que era ao peso. Pegaram numa, como exemplo, e colocaram na balança, informando-me de que aquela passava dos 3 Euros. Sorri de olhos arregalados, agradeci, mas não comprei, decidida a tentar fazê-las eu, assim que voltasse.

Aqui estão elas: uma espécie de florentinas simplificadas, quem nem de forno precisam e que podem transformar-se num mimo de natal, com imensas variações.
Desta vez fiz só com chocolate preto e amêndoa, mas já estou a magicar usar pistáchios, sultanas e casca de laranja cristalizada...







'Pseudoflorentinas' de chocolate e amêndoa

Para cerca de 10

200 g de chocolate de culinária
50 g de miolo de amêndoa laminado (ou aos palitos)
1/2 colher de sopa de manteiga ou margarina
1 a 2 colheres de sopa de açúcar amarelo

Numa sertã, colocar o açúcar e a manteiga. Deixar derreter a manteiga, mexer bem e juntar a amêndoa.
Deixar cozinhar em lume médio, até a amêndoa começar a caramelizar e ganhar uma cor bonita, mexendo sempre com cuidado, para não partir as láminas de amêndoa e ficarem douradas por todo.
Retirar do lume e deixar arrefecer sobre uma folha de papel vegetal.
Levar o chocolate a derreter em banho-maria, tendo atenção para que a água do tacho não toque no recipiente do chocolate.
Quando o chocolate estiver bem derretido, verter colheradas sobre papel vegetal (usei uma colher de sopa, para círculos com cerca de  6 cm.
Espalhar por cima a amêndoa já arrefecida.
Se sobrar chocolate, passar uns fios sobre as bolachas para 'prender' melhor a amêndoa.
Deixar secar bem.
Destacar do papel vegetal com cuidado, embrulhar e oferecer!


28
Dez11

Álbum de Natal 2011.
































As cores e os sabores do passado fim-de-semana.
Bacalhau e polvo na véspera, em casa dos meus pais.
Rolo de peru com recheio de castanhas no dia seguinte, aqui em casa.
Doces e mais doces, dos ovos moles de Aveiro às trouxas de ovos de Amarante.
Tudo vindo directamente da origem ou caseiro, como as deliciosas orangettes da minha sogra ou as melhores rabanadas do mundo, feitas pela minha mãe.
Mesas simples mas cuidadas e muita gente à sua volta.
Brindes, sorrisos e crianças felizes.
Tradição e novos hábitos.
Foi um bom Natal, este de 2011.
24
Dez11

O post(al) da época.


















As renas (ou serão alces?) que têm saído da cozinha do Lume Brando.
As mensageiras perfeitas dos meus desejos de Boas Festas. Para todos!

E agora vou ali preparar o menu de amanhã: pela primeira vez, o almoço do dia de natal será em minha casa. Com pais, sogros, irmãos, cunhados, tias, sobrinhos....
Uma aventura que me entusiasma, pois estarmos todos juntos é sempre muito bom.

Feliz Natal!
29
Nov11

Venham, o Natal já está na mesa!




















A Oficina da Pequenada é um novo espaço para festas infantis (a cinco minutos do Instituto Superior da Maia), cuja filosofia é ter apenas uma festa de cada vez e onde as crianças são sempre convidadas a participar num atelier, que pode ir desde as artes plásticas à culinária.
Há umas semanas, fui convidada pela Isabel, a responsável pelo projecto, para, entre outras coisas, colaborar numa espécie de evento de apresentação associado ao Natal, até porque a Oficina da Pequenada também vende bolos, lembranças e outros artigos para crianças e festas, mesmo que estas não se realizem no espaço.

Foi um desafio cansativo, mas muito giro!

Tal como podem ver pelas imagens, o Lume Brando tratou da decoração da mesa e forneceu muitas das coisas boas que lá estavam, quer para venda quer para degustação: cupcakes, bolachinhas de manteiga, bolachinhas de chocolate, biscoitos de canela, minibolos em forma de gingerbreadmen, bolachas lollipop de natal...

Os miúdos puderam brincar nas diferentes zonas existentes para o efeito e os pais, para além de terem provado os doces e tomado um café ou um Porto, ficaram a conhecer este espaço alternativo para as festas dos seus piratas.

Entretanto, fiquem atentos à próxima missão do Lume Brando: mesa e doces para um baby shower!

PS: não sei o que se passa com o blogger :( Por mais que tente o post fica todo desformatado! Já estive mais longe de migrar para o Sapo...
24
Nov11

Já cheira a Natal.

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Na cozinha do Lume Brando já se começam a sentir os aromas de Natal.

Tenho andado a testar receitas para um projecto que está quase, quase a sair do forno, e depois de uns queques de baunilha fantásticos, cuja receita também virá para aqui em breve, foi a vez destas bolachinhas de chocolate.
Uma receita alternativa à massa tradicional de manteiga, que resultou muito bem. Ficaram estaladiças e com um delicioso sabor a cacau. Daquelas que é impossível comer só uma...

Confesso que até a massa crua fartei-me de comer, o que me deixou logo optimista quando ao resultado final ;)

A receita original está neste livro fantástico da "tia" Martha.

Bolachinhas de chocolate com formas

Para 3 a 4 dúzias

1 1/2 chávenas* farinha sem fermento
1/2 + 2 colheres de sopa de cacau em pó
1/8 de colher de chá de sal (não usei)
1/4 colher de chá de canela moída (não usei)
180 g de manteiga sem sal à temp. ambiente (usei com sal)
1 1/2 chávena* de açúcar em pó peneirado
1 ovo L ligeiramente batido (usei M)
1/2 colher de chá de extracto de baunilha


Peneirar a farinha, o cacau, o sal e a canela (se for caso disso) para uma taça.
Com a batedeira eléctrica, bater a manteiga e o açúcar durante cerca de 3 minutos, até se obter um creme esbranquiçado e relativamente fofo.
Juntar o ovo e a baunilha, reduzindo a velocidade da batedeira, e gradualmente adicionar a mistura de farinha e cacau.
Formar uma espécie de bola achatada de massa e levá-la ao frigorífico no mínimo durante uma hora (se achar que a massa está pegajosa e não consegue formar uma bola, junte um pouco mais de farinha, até se despegar das mãos.
Entretanto pré-aquecer o forno nos 180º.
Depois de bem refrigerada, estender a massa numa superfície enfarinhada, esticá-la com o rolo e cortar as formas desejadas. Passar as bolachas para o tabuleiro onde vão cozer (anti-aderente ou forrado com papel vegetal) e levar ao frigorífico por mais 15 minutos. Se a massa começar a ficar mole, leve-a de novo ao frio por alguns minutos antes de cortar as bolachas.
Repetir até terminar a massa.
Depois de arrefecidas, decorar as bolachas com glacé, por exemplo, ou embalá-las mesmo nesta versão mais simples e oferecer a alguém especial :)

*250 ml de capacidade
23
Dez10

A todos, um Bom Natal.

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O stress, o trabalho e as correrias da época (infelizmente, o Natal também é feito disso) tomaram conta do Lume Brando.
Mas não queria que a data passasse por aqui em branco.

Estas foram algumas das bolachas que fiz para os meus rapazes levarem para escolinha e para oferecer a alguns amigos especiais.
Inventei na receita e não ficaram muito boas, mas acho que cumpriram o seu papel de miminho 'eye candy'.

A todos os que me lêem e aos que nem por isso; a todos os food bloggers e food lovers; a todos os amigos - virtuais e reais; a todos, sem excepção, desejo um Bom Natal e um 2011 recheado de experiências positivas.

Um PS especial para os blogs de cozinha que costumo visitar e onde às vezes deixo uma palavrita (acho que sabem quem são!): tenho andado muito ausente da blogosfera, mas estou certa de que vou ter muita coisa boa para pôr em dia, assim que conseguir acalmar. A partir de Fevereiro, se tudo correr bem, espero poder voltar a acompanhar mais de perto as vossas aventuras culinárias! Beijos felizes.
08
Dez10

Sweet little pigs.

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Mais uma variação com a receita do costume.
Estas foram uma brincadeira que ofereci a umas amigas, num lanche recente em casa de uma delas cujo apelido é o nome que se dá aos porquinhos bebé ;-).
Foi a primeira vez que usei corante no glacé (corante gel cor-de-rosa que tinha comprado para colorir pasta americana) e correu melhor do que eu esperava.
Mas atenção: basta molhar a ponta de um palito no gel e passá-lo no glacé para conseguir este rosa, pois o corante é muito forte.
Outra coisa boa que comprovei com esta experiência: a massa de bolachas que costumo usar e que está aqui pode ser congelada, sem comprometer o seu comportamento.
Quando quiser fazer as bolachas, descongele à temperatura ambiente até estar em condições de ser trabalhada. Junte um pouco mais de farinha sem fermento à massa antes de estendê-la (truque a usar mesmo que a massa seja fresca): vai ficar mais seca e maleável e permitir cortar as bolachas mais facilmente.
30
Nov10

Say cookie!

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Os filhos gémeos da minha grande amiga E. fizeram 5 anos este fim-de-semana e estas foram as bolachas lollipop oferecidas no fim da festa como lembrança.
Uma encomenda especial que fiz com muito carinho e que espero ter agradado aos convidados mais novos (eu pelo menos comi uma e achei que estava óptima!).

Com o resto da massa, estreei a minha última aquisição no que toca a cortadores e o resultado foram as bolachinhas do prato branco, mais abaixo. Acho que ficaram tão perfeitinhas, que se tiver tempo vou fazer umas boas fornadas antes do Natal para distribuir pela família e os amigos. Falta encontrar a lata perfeita...

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Desta vez, houve uma versão 'normal' para meninos e uma 'especial' para meninas.

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Aqui a ideia inicial era parecer uma 'varinha de condão' de princesa ou fada, mas depois concluí que funcionava melhor como lollipop de Natal e resolvi fazer aquele bichinho híbrido - meio ursa, meio coelha - para as meninas.

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O cortador destas foi comprado na Pasgelpan. A massa de todas estas bolachas é a do costume e está aqui. Neste caso, antes de irem ao forno, pincelei-as com água e polvilhei-as com açúcar mascavado granulado. Agora que já tenho alguma experiência, posso dizer que se juntarmos um pouco mais de farinha à receita original, nem que seja apenas no momento de esticar a massa, já depois de repousada no frigorífico, torna-se mais fácil cortar as bolachas. Passar o lado cortante do cortador (passe o pleonasmo) em farinha antes de cortar cada bolacha também ajuda. E já agora: quanto mais tempo estiverem no forno, mais estaladiças ficam e mais tempo assim se conservam, ainda que não fiquem tão branquinhas e uniformes para decorar (isto no caso das lollipops).

Teresa Rebelo

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