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Lume Brando

07
Jul17

Criançada de férias [e umas espetadinhas saudáveis de salsichas Nobre]

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Pestinhas de férias aí por casa? Por aqui, sim!

E se todos os anos costuma ser complicado conseguir trabalhar em casa com os dois sempre a solicitarem a mãe (ou a pegarem-se), este ano, pela primeira vez, senti que estão bastante autónomos e que já não chamam por mim de cinco em cinco minutos. Nem tudo é mau na pré-adolescência.

 

Preparam o(s) lanche(s) sozinhos - estão na fase em que a fome é algo permanente e precisam de comer de hora em hora, o que chega a ser desesperante. Não sei se por aí é igual, mas os meus, com 10 e 12 anos, passado uma hora de terem almoçado, já estão a dizer "Tenho fome" e pouco depois, disparam a pergunta sacramental: "Mãe, o que vai ser o jantar?" E é nesta altura que penso que sou uma mãe e dona de casa péssima, que não planeio nada com tempo, porque não faço a mínima ideia do que vou cozinhar na refeição seguinte 😂

 

Bem, felizmente há soluções que nos ajudam a preparar qualquer coisa em três tempos sem ficarmos com peso na consciência por não serem saudáveis. É o caso das novas salsichas com baixo teor de gordura de frango e de peru da Nobre. Uma gama de salsichas com menos de 3% de gordura, sem aditivos, nem lactose, nem glúten. E quem são os miúdos que não gostam de salsichas?

 

A pensar nos mais novos (mas não só!) bem como nesta época em que apetece conviver e aproveitar os dias compridos, preparei estas mini-espetadas de salsicha com tomate-cereja e de salsicha com abacaxi. Muito fáceis e rápidas de fazer, dão vida a uma mesa de verão.

 

Bom fim de semana!

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MINI-ESPETADAS DE SALSICHA COM TOMATE-CEREJA E ABACAXI

 

Para cerca de 30

 

1 embalagem (zona de frios) de salsichas 100% frango ou 100% peru baixo teor de gordura Nobre

15 tomatinhos cereja

Cerca de 1/4 de abacaxi

Pimenta preta acabada de moer qb

Sal qb

Azeite qb

1 dente de alho

1 fio de sumo de limão

1/2 dúzia de folhas de manjericão, mais algumas para servir

 

Vai precisar ainda de 30 palitos pequenos

 

Descasque e corte o abacaxi em pequenos pedaços. Lave os tomates-cereja.

Corte as salsichas em rodelas.

Monte as espetadinhas, fazendo metade de salsicha e tomate-cereja e a outra metade de salsicha e abacaxi.

Aqueça ao lume um grelhador ou frigideira antiaderente grande, unte com azeite e disponha as espetadinhas. Tempere-as com um pouco de sal e pimenta preta. Deixe cozinhar até ganharem cor e começarem a caramelizar.

Sirva as espetadinhas salpicadas com um azeite aromatizado com alho e manjericão (não se vê na foto, mas fica ótimo): no almofariz, coloque duas ou três colheres de sopa de azeite, 1 fio de sumo de limão, 1 dente de alho picadinho e o manjericão também picado. Triture tudo muito bem e regue por cima das espetadas.

 

 

 

01
Jul17

Adoramos a nossa Gastronomia com Coca-Cola [e uma receita de lulas]

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Por que não aproveitar o verão para ficarmos a conhecer melhor a nossa gastronomia, tão rica e saborosa? A Coca-Cola achou que isso era uma ótima ideia e pelo 3º ano consecutivo lança uma iniciativa que vai percorrer todo o país, no sentido de serem eleitos os sabores mais representativos de cada região, bem como os melhores restaurantes a confecionar esses pratos, através da votação dos consumidores.

 

"Adoramos a nossa Gastronomia com Coca-Cola" é o mote da ação, que no final irá destacar 12 sabores e 12 restaurantes, um por cada uma das 12 regiões portuguesas a concurso, e que conta com António Vieira como Chef Embaixador.

 

O pontapé de saída foi dado na região do Algarve, e os pratos que poderão ser votados de forma a ser eleito "o sabor da região" são o Arroz de Lingueirão, a Cataplana e as Lulas à Algarvia (podem encontrar a receita da minha versão das Lulas no final do post!).

 

No site Lifecooler, parceiro da iniciativa, ou em www.adoramosanossagastronomia.pt ficam a saber tudo sobre esta grande homenagem da Coca-Cola à cozinha regional portuguesa, nomeadamente os restaurantes participantes de cada região, onde vão poder deliciar-se com estes pratos. Aqui, encontram também as datas e as formas de votação. Esta tanto pode ser por sms, no momento da degustação do(s) prato(s) num dos restaurantes a concurso, ou em www.adoramosanossagastronomia.pt. Mas atenção: para cada região há datas específicas de participação/votação. Como já referi, a primeira região – Algarve - já está em fase de votação. A última região a entrar na corrida é o Porto, de 2 a 22 de outubro:

 

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Para além de ser uma oportunidade especial para se provar os pratos emblemáticos de cada região, este concurso tem ainda prémios para os participantes! Aos primeiros três consumidores que votarem através de sms em cada dia de ativação, a Coca-Cola oferece a Coca-Cola com que o consumidor acompanhou a sua refeição. E quem, para além da votação por sms, votar também em www.adoramosanossagastronomia.pt , recebe um código com 10% de desconto em produtos Lifecooler. Já todos os que votarem através do site ficarão habilitados não só ao sorteio de cinco convites-duplos para um jantar de degustação dos sabores da sua região, confecionado pelo Chef António Vieira, como a um sorteio de cinco vouchers, no valor de €30 cada, para usar em compras no site Lifecooler.

 

Agora, é só procurarem as datas e os restaurantes participantes e partirem à (re)descoberta dos sabores da vossa terra - e de outras regiões também, por que não? Estou certa de que vai ser uma aventura deliciosa, a fechar com chave de ouro: com o Festival "Adoramos a nossa Gastronomia com Coca-Cola", a realizar no Porto em Novembro!

 

Para vos abrir o apetite e deixar-vos com vontade de saber mais sobre esta iniciativa, bem como de provar as especialidades regionais portuguesas, resolvi cozinhar umas Lulas à Algarvia. Como encontrei diversas receitas, todas com algumas variantes entre si, resolvi fazer um mix e aqui está a minha versão. Bom apetite! E tchim-tchim... com Coca-Cola!

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LULINHAS À ALGARVIA - A MINHA VERSÃO

Para 3/4 pessoas como prato principal ou 6 pessoas como petisco

 

1,4 kg de lulas pequenas limpas

1 cebola pequena

2 dentes de alho

2 folhas de louro

6 rodelinhas de chouriço

1/2 copo de vinho branco

Azeite qb

Pimentão doce qb

Piri-piri qb

Sal qb

Salsa picada qb

Rodelas ou quartos de limão para servir

 

Leve a cozer as lulas em água temperada com sal, uma folha de louro e a cebola.

Quando estiverem tenras, escorra-as (pode aproveitar a água para juntar às lulas ou até para fazer um arroz).

Numa frigideira, coloque um fio de azeite, deixe aquecer e junte os dois dentes de alho picados, a outra folha de louro e as rodelinhas de chouriço. Deixe ganhar um pouco de cor. Adicione as lulas, tempere com um pouco sal, pimentão doce e piri-piri e deixe saltear. Refresque com o vinho branco e deixe cozinhar mais um pouco. Se achar que está a ficar muito seco, pode juntar um pouco da água da cozedura. Retifique os temperos e junte salsa picada. Retire do lume, coloque no prato de servir, decore com limão e polvilhe com mais salsa picada. Sirva com batata cozida para prato principal, ou com pão saloio como petisco.

 

23
Jun17

Bom São João! [Folhados de Sardinha]

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Foram convidados para um piquenique e não sabem o que levar? Querem fazer um arraial e mas estão sem ideias para petiscos? Hoje, véspera de São João, um santo muito querido e venerado aqui no Porto, resolvi publicar uma das receitas mais simples do meu livro "Estava Tudo Ótimo!": uns folhados de sardinha que, feitos em forma de peixe, prometem agradar até aos mais novos. Uma sugestão prática e muito fácil de fazer, perfeita para estes dias, em que se quer aproveitar ao máximo o bom tempo e as atividades no exterior. E em que não queremos perder horas na cozinha!

 

Aproveito para desejar a todos um Feliz São João! E relembro que, hoje à noite, não podem ser lançados balões de São João. Eu sei que é uma tradição bem gira e muito animada, mas com o tempo tão quente e a tragédia de Pedrogão Grande tão presente, devemos colocar a segurança dos nossos pinhais e matas e das nossas populações em primeiro lugar! E claro, se por estes dias fizerem um piquenique, não façam fogueiras ou churrascos!

 

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FOLHADOS DE SARDINHA

 

Para cerca de 12

 

2 embalagens de massa folhada fresca retangular

2 a 3 latas de sardinhas em tomate

1 molho pequeno de coentros

Ovo batido para pincelar

Sementes de sésamo para polvilhar

 

Pré-aqueça o forno nos 180º.

Forre um tabuleiro de forno com papel vegetal.

Abra as latas das sardinhas e verta o seu conteúdo para um prato fundo, incluindo o molho. Com uma faca, desfaça grosseiramente as sardinhas.

Retire algum pedaço de espinha que lhe pareça demasiado grande.

Junte os coentros picados e envolva tudo muito bem.

Desenrole as bases de massa folhada e, com um cortador de bolachas em forma de peixe (ou outro), corte porções de massa. Coloque um pouco de recheio por cima de cada porção, mas sem aproximar muito das margens. Humedeça estas com água ou clara de ovo e coloque outra porção de massa igual por cima, pressionando e unindo com as pontas dos dedos a toda a volta.

Vá colocando os folhados no tabuleiro de ir ao forno, separados entre si.

Pincele com ovo batido e salpique com as sementes de sésamo. Marque o olho do peixe com uma semente de sésamo preta ou com um pedacinho de azeitona, por exemplo.

Leve a cozer durante cerca de 20 minutos ou até estarem bem folhados e dourados.

Se for cozinhar várias coisas, deixe os folhados para o fim: quanto mais 'frescos' e estaladiços estiverem, melhor!

 

Outra receita simples e prática com sardinhas de conserva:

Queques de Sardinha

 

Mais receitas para piquenique e outras ocasiões especiais no meu livro Estava Tudo Ótimo!

 

14
Jun17

O Jamie e a beterraba [Carpaccio de beterraba com queijo fresco e molho de iogurte]

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Catorze. Catorze livros de Jamie Oliver nas minhas atafulhadas prateleiras da cozinha. Na verdade não tenho livros de cozinha apenas na cozinha. Tenho-os espalhados pela sala, na consola da entrada, na cómoda do hall, na mesinha de cabeceira e até em cima do cesto da roupa na casa de banho.

 

Tenho andado a contá-los, a fotografá-los e a mostrá-los na minha conta de Instagram, na rubrica "Um livro por dia". E já lá vão 82 (já agora, quem quiser contribuir para a minha coleção, está à vontade 😂).

 

Voltando aos livros do Jamie, não pensem que os tenho todos. Quase. Ultimamente tem sido difícil acompanhar o mediático chef inglês: ainda há pouco tempo saiu o "Receitas Saudáveis para Toda a Família", que não tenho, e já se prepara para lançar, em agosto, um livro de receitas só com 5 ingredientes. Aguardo com bastante interesse este último, porque, apesar de adorar o Jamie, confesso que às vezes fico desanimada com a enorme quantidade de ingredientes que, por norma, as suas receitas pedem.

 

Não é o caso deste carpaccio de beterraba do seu livro "As Receitas de Natal" - neste caso fui eu que juntei mais ingredientes à receita original. Já tinha feito uma vez esta salada, mas na altura não consegui fotografar, para além de um registo com o telemóvel que coloquei no Instagram. Mas esta semana, quando recebi uma beterraba linda, ainda com a rama, no cabaz da Prove que recebo quinzenalmente, pensei de imediato em voltar a esta receita, até para poder partilhá-la aqui.

 

A beterraba entrou na minha vida só há alguns anos. Em casa dos meus pais, nunca se comeu beterraba. Mas o meu marido adora e por isso comecei aos poucos a introduzi-la nas refeições cá de casa. Comecei por comprá-la já cozida e uma das minhas formas favoritas de comê-la é cozida, em salada, com laranja. Nos dias frios, gosto de juntá-la a um assado de legumes. Mas agora também a como crua e, para isso, esta salada é maravilhosa. E perfeita para estes dias de calor, pois para mim, quanto mais fresca, melhor.

 

No livro, o Jamie sugere que se acompanhe o carpaccio com queijo de cabra (e pão), por isso, como tinha um queijo fresco de cabra no frigorífico, esfarelei-o por cima. Para um toque crocante, juntei amêndoa laminada tostada.

 

Dica final: prepare a salada com algumas horas antecedência (à exceção da rúcula e da amêndoa, que deve juntar apenas antes de servir) e guarde-a no frigorífico. Para além de ficar fresquinha, os sabores vão ficar mais pronunciados.

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CARPACCIO DE BETERRABA COM QUEIJO FRESCO DE CABRA E MOLHO DE IOGURTE

Adaptado do livro "As Receitas de Natal de Jamie Oliver"

 

Para 3/4 pessoas como entrada

 

1/2 beterraba grande ou 1 beterraba média (crua)

1/2 limão

2 a 3 colheres de sopa de azeite extravirgem

2 colheres de sopa de vinagre balsâmico

1/2 a 1 iogurte natural

1 colher de chá de molho inglês

1 colher de sopa de mostarda

1 queijo fresco de cabra pequeno

1 mão-cheia de rúcula

2 colheres de sopa de amêndoa laminada

 

Lave, descasque e corte a beterraba em fatias muito finas com a ajuda de uma mandolina.

Coloque a beterraba numa taça juntamente com o vinagre balsâmico, um fio de azeite e um pouco de sumo de limão. Mexa para envolver todas as fatias no tempero. Pode deixar assim alguns minutos.

Para o molho, misture o iogurte, o restante azeite, a mostarda, o molho inglês e o resto do limão espremido.

Mexa bem, prove e retifique algum ingredientes, se achar necessário.

Numa travessa, disponha as fatias de beterraba, espalhe o queijo fresco por cima e umas colheradas de molho. Tape e guarde no frigorífico. Antes de servir, espalhe a rúcula e as amêndoas e leve à mesa a taça do molho, para quem quiser acrescentar.

 

Outras receitas com beterraba: 

Carpaccio de beterraba com laranja

Gratinado de beterraba e outros vegetais

Salada de beterraba e cenoura

Cevadotto de beterraba

Salada de beterraba, laranja, agrião e queijo de cabra

 

 

 

 

16
Mai17

Um livro especial [e uma tarte de amêndoa, requeijão e espinafres]

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Como já disse aqui várias vezes, o blogue trouxe-me o privilégio de conhecer muitas pessoas com quem de outra forma dificilmente me viria a cruzar. Uma dessas pessoas inspiradoras e cheias de talento é a Maria João Clavel, autora do blogue Clavel's Cook. A nossa amizade e o meu reconhecimento pelo seu trabalho não é de agora, tem já vários anos. Desde que os nossos blogues nos aproximaram, já tivemos a oportunidade de nos encontrar em diversas ocasiões e até de trabalhar juntas, como foi o caso dos eventos solidários Uma cozinha pela Vida e as duas edições do Cozinha de Blogs (boas recordações!)

 

Nessa altura, o blogue ainda era para a Maria João um hobby, mas já se percebia bem a sua paixão pela cozinha, a sua capacidade empreendedora e o seu talento para a fotografia. A sua evolução consistente e o sucesso que tem alcançado só pode surpreender quem não a conhece - após ter deixado de dar aulas, dedica-se de corpo e alma à sua escola de cozinha e agência de comunicação na área da culinária, abraçando projetos com marcas nacionais de referência, a Clavel's Kitchen.

 

No meio de tanta coisa boa que tem feito, tinha de haver um livro. E é desse livro apetitoso - "12 Ingredientes, 60 Receitas para Toda a Famíla", lançado em abril passado - que tirei a receita que vos trago hoje. Uma tarte de amêndoa, espinafres e ricota (que substituí por requeijão de cabra) leve e saborosa, com uma massa integral caseira que ficou aprovadíssima. Acompanhada de uma salada e de um molho de tomate caseiro (que não aparece nas fotografias), serviu de jantar cá em casa um destes dias.

 

Mas confesso que foi difícil escolher uma receita do livro, pois apetece fazer todas. Para a próxima, talvez vá para uma receita doce. Os bombons de amêndoa e chocolate, os cupcakes de abóboa e canela ou para o original bolo de ervilha, que o Célio do Sweet Gula experimentou e diz ter ficar delicioso. Bem, acho que vou é folhear o livro outra vez...

 

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TARTE INTEGRAL DE AMÊNDOA COM REQUEIJÃO E ESPINAFRES

(Ligeiramente adaptado do livro "12 Ingredientes, 60 Receitas para Toda a Família")

 

Para a massa

150 g de farinha de trigo

150 g de farinha de trigo integral

70 ml de azeite

140 ml de água

1/2 colher de chá de sal

1 colher de chá de sementes de sésamo

 

Para o recheio e cobertura

250 g de requeijão de cabra

230 g de espinafres

1 dente de alho picado

120 g de amêndoa laminada

Sal qb

Pimenta preta qb

Azeite virgem extra qb

Ovo para pincelar

Alecrim para decorar

 

Comece por fazer a massa.

Coloque todos os ingredientes numa taça e amasse até estar bem ligado e obter uma massa homogénea.

Envolva em película aderente e leve ao frigorífico durante cerca de uma hora.

Entretanto aqueça o forno nos 180º.

Salteie os espinafres num fio de azeite só até murcharem.

Desfaça o requeijão, temperando-o com um fio de azeite, um pouco de sal, pimenta preta e o alho picado. Misture bem.

Retire a massa do frio, estique bem a massa numa superfície enfarinhada e forre uma tarteira. Se quiser, faça uma decoração com massa à volta da tarte (eu bem tentei imitar o entrançado da receita original, mas ficou muito tosco 😂).

Pincele toda a massa com o ovo batido e leve ao forno durante cerca de 10 minutos para 'impermeabilizá-la.

Retire do forno, espalhe os espinafres e por cima o requeijão.

Espalhe a amêndoa laminada e leve ao forno durante cerca de 25 minutos ou até estar bem dourada, com as amêndoas bem tostadinhas.

Acompanhe com uma salada de verdes e regue com um fio de azeite antes de servir. Ou então faça como eu: acompanhe igualmente com salada, mas com o bónus de um espesso molho de tomate caseiro: delicioso!

 

Nota: como estiquei a massa muito fina e usei uma forma não muito grande, sobrou-me massa, que usei depois como base de pizza.

 

02
Mai17

Dar uso às sobras [Canapés de batata-doce]

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Pelo menos uma vez de quinze em quinze dias há noite de pizzas cá em casa. Massa caseira, molho caseiro e muitos toppings à escolha. A ultima vez foi este fim de semana e, como quase sempre, sobraram ingredientes. Na refeição seguinte, lembrei-me de juntá-los a uma batata-doce roxa, experimentando uma sugestão há muito guardada num dos meus quadros do Pinterest.

 

Adoro batata-doce. Apesar de em casa dos meus pais nunca se ter comido, foi daqueles ingredientes de amor à primeira dentada, já em adulta. Confesso que nunca tinha provado a roxa, mais difícil de encontrar, e apesar de ter gostado, acho que a laranja continua a ser a minha preferida.

 

Puré de batata-doce, batata-doce aos palitos no forno, batata-doce a acompanhar um assado, gratinado de batata-doce a acompanhar peixe grelhado ou assado... sou absolutamente fã! Só ainda não a utilizei em bolos ou tartes, mas tenho mesmo de o fazer, até já coloquei um post-it no frigorífico, para que outras experiências não passem à frente.

 

E então, o que achei destes canapés* coloridos? Que são muito fáceis de fazer, saborosos, e uma maneira simples de aproveitar aqueles restinhos de coisas que costumam vaguear pelo frigorífico. Mas se os fizer de propósito, em maior quantidade, para uma festa, também não se arrependerá.

 

As combinações são infinitas. No meu caso, usei mesmo o que tinha da noite das pizzas e gostei especialmente da versão com beterraba e queijo de cabra e da versão com pimento amarelo e queijo mozzarella, mas não se acanhem: pera e queijo azul, queijo creme e salmão fumado, bacon e queijo cheddar são outras duplas que devem ficar maravilhosamente bem.

 

*No post onde me inspirei chamam-lhes crostini, mas mal os vi veio-me à mente a palavra 'canapé'. E ainda que 'canapé' possa estar fora de moda - a mim leva-me automaticamente para as festas e cockails dos anos 80 - podemos sempre dizer que é vintage e já não parece algo desatualizado 😂

 

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CANAPÉS DE BATATA-DOCE

A partir da receita de Camille Styles

 

Para cerca de 16

1 batata-doce média

1 fio de azeite

Sal

Pimenta preta acabada de moer

 

Toppings variados e a gosto:

Queijos, beterraba cozida, pimento cru,

pimento assado, molho de tomate, milho, pera em fatias finas,

salmão fumado, pesto, etc.

 

Para decorar:

Rúcula, ervas aromáticas, frutos secos, sementes

 

Pré-aqueça o forno nos 180º.

Lave bem a batata-doce e descasque-a.

Parta-a em rodelas com cerca de 1/2 cm.

Coloque-as numa taça e tempere com um fio de azeite, sal e pimenta preta.

Coloque-as num tabuleiro forrado com papel vegetal e leve a assar durante cerca de 30 minutos, virando as rodelas a meio do tempo.

Retire, distribua os toppings e leve de novo ao forno a gratinar (nem todos os toppings necessitam de voltar ao forno, como por exemplo se usar queijo creme e salmão fumado).

Decore os canapés com umas folhinhas de ervas aromáticas e sirva-os quentes ou mornos.

21
Abr17

A partilha [Pão de pizza com ervas, alho e queijo]

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A propósito de um livro lançado esta semana sobre "Ser blogger"*, com dicas e informações úteis não só para os que se queiram iniciar nesta aventura, como para quem já anda nisto há algum tempo, mas quer evoluir e melhorar a sua presença na blogosfera, dei comigo a questionar a importância do Lume Brando na minha vida e aquilo que de melhor este projeto me tem trazido. E cheguei a uma palavra-chave: a partilha.

 

Mais do que obter reconhecimento, mais do que ter convites para ir a determinados eventos ou estabelecer parcerias com certas marcas, mais do que ter conseguido escrever um livro de cozinha [ressalva importante: todas estas oportunidades foram e são fantásticas e estou imensamente grata por elas!] - do que eu gosto mesmo é de partilhar. Partilhar as receitas que fazem sucesso cá em casa e com as quais fico mesmo entusiasmada é o que mais prazer me dá nesta vida de blogger. Isso e também poder 'partilhar' esta paixão pela cozinha com bloggers fantásticos, que tenho tido a sorte de conhecer, que me inspiram e que tanto me ensinam.

 

Mas voltando às receitas, não imaginam a quantidade de sessões fotográficas que tenho na gaveta porque, depois de fotografar e provar, achei que o prato não merecia ter um lugar aqui, por mais bonitas que as imagens tivessem ficado. Não é o caso deste pão, que não só parece ser maravilhoso, como é mesmo maravilhoso. A ideia encontrei-a nesse fabuloso mundo de partilhas - lá está, novamante, a partilha, essa palavra mágica, quando usada para coisas boas - chamado Pinterest.

 

E não podia ser mais simples: estende-se massa de pizza até obter um retângulo, pincela-se com manteiga e azeite, polvilha-se com alho e ervas picados e queijo ralado. Corta-se aos quadradados, empilham-se os quadrados, faz-se tombar a torre quadrangular e coloca-se a mesma numa forma de bolo inglês. Vai ao forno e voilá: eis um pão de partilha saboroso e surpreendente. E porque se chama pão de partilha? Porque a ideia é que os comensais vão partindo o pão ainda morno à mão, pelas marcações da massa.

 

Bora lá partilhar muito este fim de semana? 😉

 

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PÃO DE PARTILHA COM MASSA DE PIZZA, ERVAS, ALHO E QUEIJO

[Adaptado daqui]

 

Cerca de 500 g de massa de pizza (fiz 3/4 da receita de massa de pizza do livro base da Bimby)

1 colher de sopa de azeite

1 colher de sobremesa de manteiga

1 chávena de ervas picadas (salsa e manjericão, por exemplo)

1,5 a 2 chávenas de queijo ralado (mozzarella ou mistura de queijos)

Raspas de queijo parmesão (opcional)

Pimenta preta acabada de moer (opcional)

 

Chávena >>> 250 ml de capacidade

 

Depois da massa levedada ou se usar massa de compra, estenda-a sobre uma folha de papel vegetal até obter um retângulo grande com cerca de 0,3 cm de espessura. Derreta a manteiga e junte ao azeite e pincele toda a superfície da massa. Espalhe por cima o alho picado e as ervas e por fim espalhe o queijo ralado. Se desejar, tempere com um pouco de pimenta preta.

Corte a massa em tiras ao comprimento da massa, que devem ter a largura da forma de bolo inglês que irá usar (usei uma com 22 cm de comprimento x 12 cm de largura x 6 cm de altura); de seguida faça tiras à largura, de forma a obter 'quadrados'. A ideia é que estes pedaços de massa tenham, ainda que de forma aproximada, a largura e a altura da forma. Empilhe os 'quadrados' formando uma torre. Não se preocupe, porque há queijo que vai resvalar, é normal. Com cuidado, faça tombar a torre sobre o papel vegetal, obtendo uma espécie de comboio de fatias de massa e, com a ajuda do papel, introduza-o na forma. Tape com um pano e deixe junto ao forno enquanto este pré-aquece nos 190º.

Retire o pano e leve a cozer durante cerca de 50 minutos. Retire do forno e espere uns dez minutos antes de o retirar da forma e levar para a mesa.

 

 *Este livro, da autoria de Carolina Afonso e Sandra Alvarez conta com um pequeno testemunho meu e de outros bloggers, e contém imensa informação sobre isto de ter um blog e até de como rentabilizar este tipo de projeto. Recomendo!

 

 

 

01
Set16

Começar setembro a petiscar.
















Setembro chegou, mas depois de um inverno tão prolongado como este último, acho que ninguém quer ouvir falar de outono.
O tempo parece estar do nosso lado e espero que assim continue nos próximos dias, pois seria sinónimo de um regresso às aulas menos contrariado. Cá em casa não temos crianças com saudades da escola (ainda estou a decidir se isso é bom ou mau), no mais velho há até alguma rejeição. Mas com sol tudo parece mais fácil e enquanto não muda a hora sempre dá para esticar um pouco o tempo de brincadeira, por isso S. Pedro, I'm counting on you!

E é para aproveitarmos o verão até à última gota de cerveja gelada (ou de limonada, para quem preferir), que trago a minha receita de guacamole, provavelmente igual ou parecida a tantas outras. Afinal, guacamole é uma mistura de abacate, tomate e cebola, e é nas ervas e nos temperos que esta receita de origem mexicana normalmente varia. Os cominhos, por exemplo, nem sempre aparecem, mas provei um guacamole com cominhos em casa de um primo, gostei muito e por isso agora uso também (só uma pequena pitada).

Esta é a versão que levei ao Fresquinho, um evento do Festival oito24 em que tive o prazer de participar e de já falei aqui. É uma receita perfeita para o fim de semana que aí vem, até porque daqui a algum tempo os (bons) tomates desaparecem das prateleiras. 

Nas fotos aparecem aperitivos de milho de compra, mas no showcooking servi-os com pão de milho. Aconselho mesmo a experimentarem: torrem fatias de broa de milho, por exemplo, e sirvam-nas como acompanhamento do guacamole: delicioso e bastante mais saudável.

Ah, só por curiosidade, consta que o nome guacamole é uma evolução da palavra original, de um dialeto azteca, que juntava as palavras antigas 'ahucatl' (abacate - aguacate em espanhol) e 'molli' (molho).















GUACAMOLE

1 abacate maduro
2 tomates-chuchamaduros ou 1 tomate coração de boi médio-grande maduro ou o equivalente emtomates-cereja
1 cebola média finamente picada
2 colheres desopa de coentros frescos picados
Sumo de lima ou limão
Azeite qb
Sal marinho qb
Pimenta pretamoída na hora qb
Cominhos em póqb

Descascar e descaroçar o abacate. Regar com sumo de limão (ou lima) e picá-lo finamentesobre uma tábua de cozinha (deve ficar uma espécie de puré grosseiro),passando-o depois para uma taça.
Picar a cebola e o tomate finamente e juntarao abacate. Mexer bem e juntar um fio de azeite, uma pitada de sal e pimentapreta, um pouquinho de cominhos em pó e mais sumo de limão ou lima, se for caso disso.Juntar por fim os coentros picados. Envolver tudo muito bem, provar e retificaros temperos e passar para a taça de servir.
Acompanhar com aperitivos de milho ('tortilhas') ou fatias de pão de milho torrado.

Receita atualizada em 6/9/2016.


26
Ago16

O bom sabor das férias.





























De  volta à rotina, depois de uns deliciosos dias de férias em família, trago-vos receitas da época, perfeitas para encerrarmos agosto em grande.


Todos os nossos verões têm ficado marcados por uma ou duas receitas, que as férias ajudam a colocar na categoria dos hits desse ano. Foi o caso desta já antiguinha salada de figos, presunto e queijo de cabra, dos granizados de espumante no ano que em que comprei a Bimby, ou dos tomates-cereja assados, que ainda hoje são das minhas iguarias favoritas.

2016, por sua vez, vai ficar associado a estes camarões crocantes [com maionese de coentros] e a esta limonada de pepino, tantas foram as vezes que os fiz. Uma dessas ocasiões foi no Fresquinho, um evento gastronómico integrado no Festival oito24, em Espinho, no qual tive o prazer de participar com um showcooking, no início de agosto.

Sei que sou suspeita, por gostar tanto de cozinhar (e de comer!), mas acredito que as memórias ligadas aos sabores e aos aromas da comida são aquelas que nos proporcionam as recordações mais reconfortantes. Por exemplo, há um cheiro característico de café, que só raramente vem até mim, e que me faz recuar aos dias em que eu, pequenita, brincava em casa de uns tios queridos. É uma sensação tão boa. Um pouco nostálgica, é certo, mas capaz de me transportar a momentos muito felizes.

Com as receitas das férias é um pouco a mesma coisa e não há fotografia que chegue ao poder interior de uma memória cheia de sabor, sobretudo se tiver sido construída num momento de partilha e 'pura vida', para usar a expressão da Costa Rica, um país que quero muito visitar.

Mas claro, as imagens ajudam a manter as lembranças vivas, e cá estão elas: as fotos e as receitas dos pedidos que mais vezes chegaram à cozinha do Lume Brando por estes dias.

Espero que gostem e, já agora, me contem quais as vossas receitas favoritas deste verão. E fica a promessa: em breve partilho as outras duas receitas que levei ao showcooking de Espinho: guacamole com pão de milho torrado. Yummy!

 



 

 

CAMARÕES CROCANTES NO FORNO COM MAIONESE DE COENTROS
P/ cerca de 4 pessoas como entrada/aperitivo
 
500 g de camarão60/80, idealmente com casca
1 chávenaalmoçadeira de pão rústico ralado em casa (aromatizado com alho e salsa, por ex.)
1 fio deazeite
Sal qb
Pimenta pretaacabada de moer qb
Raspas de limão qb
 
Para a maionese:
1 ovo àtemperatura ambiente
200 ml de óleode girassol
40 ml de azeiteextra virgem
1 colher desobremesa generosa de mostarda de Dijon
2 colheres desopa de coentros picados
1 colher de cháde ketchup (opcional, mas recomendável)
Raspa de limãoqb
Sal qb
Pimenta pretaacabada de moer qb
 
Pré-aqueça oforno nos 200º.
Descasque os camarões. Seque-os bem em papel de cozinha, coloque-os numa taça e envolva-os num fio deazeite. Tempere-os com um pouco de sal e pimenta preta, junte um pouco de raspa de limão e envolva-os por fim no pão ralado.
Coloque-os numtabuleiro grande, sem ficarem sobrepostos, e leve-os ao fornodurante cerca de 8 minutos. A meio da cozedura, vire os camarões para quefiquem crocantes por todo (os camarões devem ficar com uma textura al dente e opão ralado deve ficar seco e dourado). No último minuto, passe a assadeira para um nível superior e ligue a função grill com ventoinha, para acelerar e garantir que o pão ralado fica o mais crocante possível.
 
Entretanto, prepare a maionese.
Comece por picaros coentros e reserve.
Coloque o ovo nocopo da varinha mágica. Junte a mostarda, um pouco de sal e pimenta preta, oóleo e o azeite. Mergulhe a varinha mágica no copo, ligue-a e, lentamente, váemulsionando a mistura, num movimento de baixo para cima. Quando estiver bemligada, passe para uma taça e junte o ketchup, os coentros picados e as raspasde limão. Prove e retifique os temperos, se for caso disso. Sirva com oscamarões acabados de sair do forno.
 
Notas:
- Como repeti várias vezes a receita já depois de a ter testado e levado ao Fresquinho, fui fazendo ajustes e talvez não esteja totalmente igual à que foi facultada aos espetadores do festival;
- O passo de secar bem os camarões é fundamental para que fiquem crocantes;
- Se usarem camarão com casca, aproveitem as cabeças e as cascas para fazer um fumet simples e depois utilizem-no numa sopa de peixe ou marisco.





 

 

 
LIMONADA DE PEPINO
Para uma dose generosa, a servir num dispensador de bebidas
 
Cerca de 3 litros de água(de preferência fresca)
Sumo de 2 ou 3 limões, consoante o seu seu teor de sumo
1 pepino
Açúcar amarelo agosto
2 paus de canela (opcional)
Gelo
 
Descasque opepino como se fosse para salada, deixando algumas linhas de casca, e corte-o àsrodelas finas. Coloque-as num jarro grande ou dispensador de bebidas.
Junte o açúcar,os paus de canela partidos ao meio, o sumo de limão e a água fresca.
Mexa bem e prove para verse necessita de mais açúcar, mais água ou mais sumo de limão.
Deixe repousaruns 30 minutos, para que o sabor do pepino e da canela se difundam.
Junte bastante gelo, mexa bem esirva.
 
Notas:
- Como repeti várias vezes a receita já depois de a ter testado e levado ao Fresquinho, fui fazendo ajustes e talvez não esteja totalmente igual à que foi facultada aos espetadores do festival;
-  A adição do pepino transforma completamente a limonada, dando-lhe uma frescura extra surpreendente;
- A canela não é absolutamente essencial mas confere à limonada um toque exótico bastante interessante, sobretudo para quem gosta desta especiaria.

 

 






19
Fev16

A pipoca mais salgada.

















Pronto. Não resisti a fazer um trocadilho com o nome de um blog famoso.
Estou oficialmente viciada em pipocas salgadas. E eu que achava só gostar das doces, desde que há muitos anos, numa viagem aos Estados Unidos, comprei pipocas no cinema e quase que era expulsa da sala pela reação que tive quando me apercebi que não eram doces como as que comíamos cá.

A culpa desta mudança boa foi de um almoço recente com um grupo de amigas bloggers, num restaurante muito cool, ora espreitem aqui.

Logo de início, espalham umas canecas de esmalte com pipocas salgadas pela mesa e pelo que me apercebi os sabores vão variando. No dia em que fomos estavam temperadas com paprika e simplesmente adorei. Não descansei enquanto não tentei fazê-las em casa.
Depois de prontas, decidi dividi-las: numa taça juntei sal fino, paprika normal e paprika picante e às outras adicionei sal fino, pimenta preta acabada de moer e caril em pó. Tão boas!
Mas estas são apenas duas das infinitas possibilidades de transformar as pipocas num snack divertido (e viciante!). Pensem nos vossos sabores favoritos e toca a experimentar.
Sim, porque da próxima vez que tiverem amigos aí em casa, vão colocar umas minis a refrescar, vão fazer um panelão de pipocas salgadas e vai ser um sucesso!

E sabem outra coisa interessante? Fi-las com azeite e não com óleo vegetal, como é comum, e resultou na perfeição.

Bom fim de semana!
















PIPOCAS SALGADAS - DUAS VERSÕES
- Picantes com paprika
- Caril

Azeite
Milho para pipocas
Sal fino
Paprika
Paprika picante
Pimenta preta acabada de moer
Caril em pó

[Não coloco as quantidades dos ingredientes porque vai depender muito da quantidade de pipocas que quiserem fazer e do vosso gosto relativamente às especiarias].

Coloque um fundo de azeite numa panela grande e alta (usei a minha panela da sopa e rendeu imenso) - não é preciso muito azeite, basta cobrir o fundo.
Espalhe por cima o milho, fazendo uma camada compacta, mas não sobrepondo os grãos.
Tape e leve ao fogão em lume médio.
Passados alguns minutos vai começar a ouvir os estalos. De vez em quando abane a panela, com cuidado para a tampa não abrir.
Desligue e retire do lume quando deixar de ouvir estalar.
Verta metade das pipocas para uma taça ou panela com tampa e tempere com sal fino, pimenta preta acabada de moer e o caril em pó. Tape e agite bem. Prove e ajuste os temperos, se necessário.
Às pipocas que ficaram no tacho, junte sal fino, bastante paprika da normal e mais um pouco da picante. Tape e agite bem. Prove e retifique os temperos se necessário.
Se não for servir logo, guarde as pipocas numa caixa ou saco hermético.



Teresa Rebelo

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