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Lume Brando

06
Fev17

Feliz é quem faz bolos ao domingo [Bolo de ananás e cenoura]

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Um domingo de inverno caseiro pede bolo - caseiro - para o lanche. Foi o caso de ontem, em que a meteorologia, ainda que um pouco menos agreste do que no sábado, convidava ao sofá. Como quase sempre, gastei mais tempo a decidir a receita do bolo, do que a fazê-lo. Peguei em livros e revistas, revi receitas marcadas com post-its, assinalei outras receitas, fui buscar mais livros, inventariei mentalmente os ingredientes que tinha em casa e, finalmente, decidi que o bolo a fazer seria o de cenoura e ananás do Livro de Cozinha, de Matt Preston, de que já vos falei neste post.

 

Podia ter pegado numa receita de sempre ou tentado criar uma, mas sempre que tenho um pouco mais de tempo gosto de dar uso à coleção de livros e revistas  - até para ganhar argumentos de que preciso de aumentá-la!

 

De facto, há muito que não tinha um domingo tão sossegado e soube mesmo bem dedicar, sem stress, algum tempo a experimentar uma receita nova. Adaptei-a ligeiramente (achei a quantidade de gordura - óleo de coco que substituí por azeite - um pouco exagerada, por exemplo) e para a cobertura de queijo creme segui uma versão que já costumo usar, com proporções dos ingredientes ligeiramente diferentes. O resultado foi um bolo húmido, aromático e perfeito para um lanche preguiçoso de domingo, com a chuva a bater nas vidraças.

 

Boa semana!

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BOLO CLÁSSICO DE ANANÁS E CENOURA

Ligeiramente adaptado de Livro de Cozinha - Matt Preston

 

250 g de farinha de trigo T55 sem fermento

2 colheres de chá de fermento em pó

1/2 colher de chá de bicarbonato de sódio

1 colher de chá rasa de canela em pó

1/2 colher de noz moscada em pó ou ralada

100 g de azeite extravirgem suave/frutado e com pouca acidez

4 ovos

190 g de açúcar mascavado

420 g de ananás em lata (pesado já depois de escorrido)

200 g de cenoura ralada

 

Para a cobertura

Receita também neste post

 

125 g de queijo creme

40 g de manteiga à temperatura ambiente

250 g de açúcar em pó

 

Para decorar - opcional

Abacaxi cristalizado em pedaços

 

Comece por preparar o bolo.

Unte/polvilhe uma forma redonda entre 22 cm e 24 cm de diâmetro, forre o fundo com papel vegetal e volte a untar/polvilhar.

Pré-aqueça o forno nos 180º

Descasque e rale as cenouras. Reserve.

Abra a lata do ananás em conserva e pese o ananás escorrido. Parta-o em pedaços e reserve.

Peneire a farinha, o fermento e o bicarbonato. Junte a canela e a noz moscada.

Numa taça grande, bata bem os ovos com o açúcar, até ficarem bem espumosos.

Junte à mistura dos ovos o ananás e a cenoura. Mexa bem.

Por fim, envolva a mistura dos secos (farinha, fermento...).

Verta para a forma e leve a cozer durante cerca de 50 minutos.

Faça o teste do palito para verificar se está cozido: se não sair massa agarrada, está pronto.

Solte o bolo das laterais da forma com uma faca de manteiga, desenforme e deixe arrefecer completamente.

 

Para fazer a cobertura, bata muito bem com a batedeira elétrica a manteiga e o queijo creme.

Depois, comece a juntar o açúcar em pó aos poucos, até obter uma consistência espessa mas macia. Barre o topo do bolo e decore com pedaços de abacaxi cristalizado.

 

 

 

27
Jan17

Um bom inverno [Creme de ervilhas e Pão ázimo]

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Chovia copiosamente quando comecei a escrever este post. O que não aconhecia há várias semanas, senão meses. Tinha pensado começar o texto deste post precisamente pela sequência recente e pouco habitual de dias soalheiros. O ano passado, por esta altura, andava a desenvolver e a fotografar receitas para o livro e não imaginam o drama que foi. Os dias sucediam-se com chuva e sem graça e quando o sol resolvia espreitar era para jogar ao gato e ao rato. Tive de adiar várias sessões fotográficas e o meu estado de espírito acompanhava muitas vezes o cinzento do céu, apesar da emoção de estar a dar forma a um projeto tão especial. Bem, com mais ou menos stress, lá consegui terminar as mesas e as receitas, e o Estava Tudo Ótimo! nasceu, feliz, no final de outubro.

 

Este inverno tem-se mostrado muito mais airoso. O frio tem sido muito (nem quero imaginar a próxima conta do gás), mas não se pode ter tudo, certo? Para mim, e olhem que sou muuuuitoo friorenta, não há baixas temperaturas que ensombrem um bonito dia de sol como os que têm estado. Ainda que não apeteça propriamente comer gelados nem saladas frias, mas sim sopas reconfortantes como a que trago hoje.

 

Recentemente, com o Natal e os meus anos logo a seguir, a minha coleção de livros de cozinha, que andava um pouco parada, recebeu reforços. As receitas deste post vêm de dois desses novos livros: o pão é uma receita que eu já tinha debaixo de olho de um episódio antigo do Masterchef Austrália e está no "Livro de Cozinha" do extravagante e carismático Matt Preston; o creme de ervilhas é de um livrinho solidário só com receitas de sopa, que a Clavel's Kitchen colocou à venda na época natalícia.

 

Ambas as receitas ficaram aprovadas, ainda que os meus piratas tenham achado o creme de ervilhas um pouco sofisticado e inovador para o seu palato, habituados que estão a sopas menos criativas - uso muitas vezes ervilhas na sopa, mas nunca em tanta quantidade, para além disso esta leva limão e queijo creme. Eu e o outro adulto cá de casa adorámos.

 

E é com estas duas sugestões aconchegantes que brindo a um bom inverno. Faça chuva ou faça sol. Ainda que prefira, decididamente, a segunda hipótese.

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CREME DE ERVILHAS E HORTELÃ

Do livro "As nossas sopas" - Clavel's Kitchen

Para cerca de 8 pessoas

 

1 cebola grande picada

1 dente de alho esmagado

1 batata grande ralada

6 colheres de sopa de azeite

1 kg de ervilhas congeladas

Água qb

Sal qb

Pimenta preta qb

6 hastes de hortelã + alguma para decorar

1 limão - raspa + sumo

200 g de queijo creme

Sementes de sésamo pretas para servir

 

Refogue no azeite a cebola, o alho e a batata.

Junte as ervilhas congeladas, cubra com água, tempere de sal e pimenta e deixe cozinhar até as ervilhas estarem bem tenras, cerca de 20 minutos.

Triture com a varinha ou o robot de cozinha.

Confira a textura e junte mais água se estiver demasiado espesso.

Junte a hortelã e triture novamente.

Numa taça misture o queijo creme com a raspa e o sumo de limão.

Junte metade desta mistura à sopa e triture novamente.

Distribua pelas taças, junte mais um pouco da mistura de queijo em cada uma e decore com as folhas de hortelã e as sementes de sésamo.

 

Nota: usei menos ervilhas - cerca de 750 g - porque era o que tinha na altura, usando também menos um pouco de azeite. De resto, só diminuí à quantidade de queijo creme e sumo de limão, por opção.

 

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MASSA INSTANTÂNEA PARA PÃO ÂZIMO, PÃO NAAN OU PIZZAS

Do "Livro de Cozinha" de Matt Preston

Para cerca de 10 discos médios

 

250 g de farinha 55 com fermento + para acrescentar/estender

250 g de iogurte natural (2 iogurtes)

1 pitada de sal (opcional - não está na receita, mas acho que a melhora)

 

Misture o iogurte com a farinha e o sal até obter uma bola húmida. Junte mais farinha até conseguir descolar os dedos. Polvilhe muito bem a superfície de trabalho com farinha e amasse até obter uma massa elástica, cerca de 5  minutos. Se sentir a massa a colar-se nas mãos, acrescente farinha. Pode fazer isto na batedeira, com o gancho de amassar. 

Coloque uma frigideira ou grelhador antiaderente ao lume, pincele com um pouco de azeite e deixe aquecer bem.

Divida a massa em cerca de 10 bolinhas iguais e estique cada uma delas com o rolo bem enfarinhado - quanto mais fininha a massa, mas estaladiço vai ficar o pão. Se sentir as bolinhas de massa ainda húmidas, quando estiver a esticá-las, junte um pouco mais farinha em cada bola e volte a polvilhar rolo e aa superfície de trabalho. Leve cada disco de massa a cozer na frigideira ou no grelhador, até ficar crocante e com manchas tostadas espalhadas pela massa.

Se tiver tempo, deixe a massa repousar um pouco, numa taça tapada com película aderente, ainda que este passo não seja essencial (eu não o segui).

 

Nota: com esta massa, ótima para comer com dips tipo hummus, pode fazer imensa coisa: bases de pizza, quesadillas, piadinas...

 

 

 

 

 

 

09
Jan17

Primeira receita do ano [Torta de merengue e avelã com doce de ovos]

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Sei que ainda agora saímos de uma época de excessos, de muitos doces e calorias à mesa e o que era suposto trazer era uma receita leve e saudável.

 

Mas decidi dar ouvidos à metade rebelde da minha pessoa e para inaugurar os posts de 2017 escolhi esta sobremesa pecaminosa. Eu explico melhor. O tempo para fotografar para o blogue (assim como para fazer posts e publicar nas redes sociais) não tem surgido. Até tenho experimentado receitas que encaixariam nos cânones da alimentação saudável "pós-festas", mas não tenho conseguido registá-las.

 

Este fim de semana impus a mim própria que tinha de acabar com o jejum aqui no estaminé. Acontece que ainda andavam pelo frigorífico sobras da passagem de ano, nomeadamente doce de ovos e claras. Como tinha prometido levar a sobremesa para um almoço em casa do meu irmão, decidi dar uso àqueles ingredientes e o resultado foi esta torta merengada. Antes de sairmos de casa fotografei-a, just in case, e como fez imenso sucesso no almoço, não hesitei: iria ser a primeira receita do ano.

 

E ainda que os Reis já tenham passado, esta é uma sobremesa digna de soberanos: crocante e macia ao mesmo tempo, doce e vistosa, com as avelãs a darem ao merengue um sabor e uma textura viciante.

 

Pronto. Agora sim, podemos começar a dieta ;)

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 TORTA DE MERENGUE E AVELÃ COM DOCE DE OVOS

 

Para a torta

Ligeiramente adaptado do livro Celebrate

 

4 claras de ovo - cerca de 130 g

200 g de açúcar

1 colher de chá de extrato de baunilha

1 colher de chá de vinagre de sidra

1/2 colher de chá de amido de milho

90 g de avelãs tostadas e picadas

 

Para o doce de ovos 

Esta receita, do Chef Luís Francisco, está também no meu livro

 

500 g de açúcar

250 g de água

1 pau de canela

1 pedaço de casca de limão

12 gemas

1 ovo inteiro

 

Comece por fazer o doce de ovos. Para esta sobremesa irá usar cerca de metade desta receita, que aguenta várias semanas no frigorífico.

 

Desfaça com um garfo as gemas e o ovo inteiro numa taça de vidro ou metal. Num tacho, leve ao lume a água, o açúcar, a casca de limão e o pau de canela. Sem mexer, deixe levantar fervura. Quando começar a borbulhar - bolhas grandes em toda a superfície da calda - conte três minutos. Retire do lume, descarte o limão e a canela e verta em fio sobre as gemas e o ovo previamente desfeitos, mexendo sempre. Coe para o tacho e leve ao lume até engrossar, cerca de 15 minutos, mexendo sempre com um batedor de varas para não ganhar grumos e sem deixar ferver. Coloque num frasco, deixe arrefecer e conserve no frigorífico.

 

Para fazer a torta, comece por torrar as avelãs numa frigideira antiaderente. Embrulhe-as num pano de cozinha limpo e esfregue este na bancada, de forma a retirar a pele às avelãs. Pique-as grosseiramente.

 

Ligue o forno nos 160º. Forre um tabuleiro com cerca de 34 cm x 24 cm com papel vegetal e unte-o com manteiga ou spray desmoldante.

Bata as claras com a batedeira elétrica e, quando começarem a ganhar picos, comece a juntar o açúcar, algumas colheres de cada vez. Junte o amido de milho, a baunilha e o vinagre e bata mais um pouco até obter um merengue bem firme e brilhante.

Verta o merengue para a forma, alise com uma espátula e espalhe 3/4 das avelãs por cima. Leve ao forno cerca de 25 minutos.

Retire do forno, aguarde um ou dois minutos, passe uma faca de manteiga à volta do merengue e desenforme-o sobre papel vegetal. Deixe arrefecer, mas mal esteja ao toque à temperatura ambiente, espalhe o doce de ovos e salpique por cima as restantes avelãs. Enrole o merengue com cuidado, com a ajuda do papel vegetal e passe-o para o no prato de servir com a união virada para baixo.

22
Dez16

E de repente, é Natal! [Bolo de Chocolate, Gengibre e Especiarias]

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Eu sei que nas ruas e nas lojas já é Natal há várias semanas, senão meses. Sei que não faltam receitas natalícias lindas nos blogues e nas revistas. Mas este ano, aqui a casa, o Natal chegou quase sem eu dar por isso.

 

Nem sei bem como tenho uma árvore a piscar na sala e foi com algum stress que consegui dinamizar o Giveaway de Natal do último post [aproveito para agradecer a todos os participantes e para dar os parabéns aos vencedores: Ana Foles, Aline Rodrigues, Joana Claro, Daniela Rodrigues e Jorge Mendonça!].

 

Tinha vários planos e várias ideias para posts e receitas mas o trabalho não deixou. Ficarão para 2017!

 

Mas não podia deixar de vir cá desejar um Bom Natal e um Feliz Ano Novo. E trouxe uma receita. Como expliquei no post anterior, por limite de páginas, houve dois capítulos que não entraram na versão final do livro. Um deles era o dedicado ao Natal. Resgatei dessa mesa a receita de Bolo de Chocolate com Gengibre e Especiarias. É um bolo algo exótico e 'quente', mas sabem do que gosto mais do bolo? Da decoração!

 

Boas Festas!

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BOLO DE CHOCOLATE COM GENGIBRE E ESPECIARIAS

 

Para a massa:

 

100 g de azeite extra virgem suave

3 ovos

75 g de açúcar mascavado

150 g de tâmaras secas picadas

125 ml de água a ferver

25 g de cacau em pó

25 g de chocolate em pó

200 g de farinha

1 colher de chá de fermento em pó

1 colher de chá de canela

1 colher de chá de gengibre fresco ralado

3 bagos de cardamomo - só as sementes moídas no almofariz

1 colher de chá de noz moscada

 

Para o recheio e 1ª cobertura:

 

500 g de queijo mascarpone

½ colher de café de extrato ou essência de baunilha

150 g de açúcar em pó

3 colheres de chá de cacau em pó

 

Para a 2ª cobertura:

 

150 g de chocolate preto ou de culinária

 

Para a decoração:

 

Sombrinhas de chocolate

Bolinhas de açúcar coloridas

Corante alimentar dourado em pó

Chocolate derretido qb

 

Pré-aqueça o forno nos 180º.

Unte com manteiga e polvilhe com farinha três formas redondas de 14 cm de diâmetro. Forre os fundos das formas com papel vegetal e volte a untar/polvilhar (em alternativa usar spray desmoldante).

 

Triture as tâmaras num robot de cozinha, até obter um granulado pegajoso. Junte o azeite, o açúcar e os ovos e bata mais um pouco no processador de cozinha. Transfira para uma taça e junte a água a ferver, seguida do chocolate e do cacau. Não se preocupe se notar alguns pedaços de tâmara na massa. Envolva a farinha e o fermento e por fim adicione as especiarias. Divida pelas formas e leve a cozer durante cerca de 20 minutos. Faça o teste do palito e quando sair seco ou apenas com umas migalhas grossas agarradas, estão prontos.

Passe uma faca de manteiga à volta dos bolos e desenforme-os sobre papel vegetal. Deixe arrefecer.

 

Entretanto, prepare o recheio e a primeira cobertura: bata muito bem o mascarpone com o açúcar e a baunilha, com a batedeira elétrica. Junte o cacau e bata novamente até estar bem incorporado por todo o creme.

 

Para montar o bolo, reserve o bolo mais perfeito para o topo e coloque um dos outros no prato de servir. Espalhe uma boa camada do creme de mascarpone e cacau e coloque em cima o segundo bolo, pressionando um pouco para os dois bolos ficarem estáveis. Volte a fazer uma camada de mascarpone e cacau e termine com o terceiro bolo, com a parte mais perfeita - normalmente a do fundo da forma - virada para cima. Barre todo o bolo com o creme, retirando o excesso com uma espátula ‘raspadora’. Leve ao frigorífico enquanto decora as árvores de natal e prepara a 2ª cobertura.

 

Coloque num recipiente de banho-maria os 150 g de chocolate para a cobertura, mais dois quadradrinhos de chocolate (assim aproveita esta tarefa para derreter também o chocolate que vai servir para colar as bolinhas coloridas às árvores de chocolate).

 

Desembrulhe os guarda-chuvas de chocolate com cuidado (reze para que as pontas não se tenham partido na viagem até casa!). Com uma tesoura forte, corte a parte arredondada do cabo dos guarda-chuvas, passando estes a ser uma árvore de chocolate. Mergulhe um pincel fino no chocolate derretido e aplique um pontinho de chocolate na árvore, colando logo de seguida uma bolinha de açúcar. Espere alguns segundos e repita a operação até ter decorado toda a árvore. Espete o tronco da árvore numa base de esferovite ou num pedaço de ‘oásis’ dos arranjos florais (aquela espuma verde compacta onde se prendem os caules das flores) e deixe secar. Repita com os restantes guarda-chuvas de chocolate.

No final, mergulhe um pincel seco no corante em pó dourado e passe suavemente pelas árvores de chocolate.

 

Certifique-se de que o restante chocolate derretido continua líquido e de que está à temperatura ambiente. Retire o bolo do frigorífico e, com uma colher, espalhe o chocolate derretido por cima do bolo, fazendo-o escorrer irregularmente pelas laterais.

Deixe secar e só depois decore com as árvores de chocolate.

 

Nota:

- Se só tiver duas formas, divida a massa do bolo pelas duas e, depois de arrefecidos, corte os bolos ao meio. Pode usar uma ou mais formas com um diâmetro maior, mas para além de não ficar com um bolo tão alto, o resultado na textura pode não ser exatamente o mesmo.

 

 

 

07
Dez16

Passatempo de Natal e uma receita do livro [Bavaroise de Chocolate e Café]

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Estamos quase a chegar ao Natal e a atmosfera generosa da época faz-se sentir aqui no Lume Brando. Em parceria com a Matéria-Prima Edições e A Metalúrgica Bakeware, tenho 5 packs compostos de 1 exemplar do meu livro "Estava Tudo Ótimo!" + 2 formas de bolo para oferecer.

 

Adoro formas de bolo estilo bundt e no meu livro encontram receitas em que usei estas formas fantásticas made in Portugal. Achei, por isso, que eram o complemento ideal para oferecer com o livro.

 

Mas as boas notícias não ficam por aqui, pois tenho ainda um presente para TODOS os que participem no giveaway: um capítulo do livro dedicado ao Natal, que por razões de limite de páginas não integrou a versão final. Curiosos? Para receberem este capítulo em ficheiro digital, só têm de participar no giveaway, preenchendo e submetendo o formulário que se encontra no final da receita.

 

E este post vem ainda com um bónus em forma de receita - o espírito natalício chegou mesmo em força a estes lados! - trata-se de uma das receitas do livro em que usei a forma maior que se vê na imagem: uma deliciosa bavaroise de chocolate e café.

 

Boa sorte e bons preparativos para essa festa mágica, que é o Natal!

 

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BAVAROISE DE CHOCOLATE E CAFÉ

 

200 g de chocolate de culinária (52% de cacau no mínimo)

340 ml de leite magro

160 ml de café

170 g de açúcar amarelo

10 folhas de gelatina

7 gemas

300 ml de natas para bater

Cacau em pó para servir

 

Com algumas horas de antecedência, coloque a forma em que vai fazer a bavaroise no congelador.

Coloque as folhas de gelatina a hidratar num prato fundo com água fria.

Leve o leite e o café ao lume até começarem a fervilhar.

Parta o chocolate em pedaços pequenos para uma taça e reserve.

Noutra taça, bata bem as gemas com o açúcar e junte-lhes, em fio, a mistura do leite com café. Junte o chocolate em pedaços e mexa bem até estar bem derretido e dissolvido no leite. Escorra a gelatina, leve-a a derreter no micro-ondas (bastam alguns segundos na potência máxima) e junte-a ao preparado anterior. Por fim, bata as natas com a batedeira elétrica, até ficarem bem firmes, e junte-as à mistura anterior, envolvendo-as com cuidado.

Verta para a forma previamente refrigerada e leve ao frigorífico de um dia para o outro ou ao congelador para uma solidificação mais rápida.

Para desenformar, vire a forma ao contrário sobre o prato de servir e deixe ficar assim alguns minutos. Depois, coloque por cima um pano quente bem escorrido (é capaz de ter de repetir este procedimento) ou, se a forma for de um material metálico compatível, passe o maçarico de cozinha - verá que a bavaroise irá descer com facilidade.

Mantenha no frio até servir, e só nesta altura polvilhe com o cacau em pó.

 

22
Nov16

Amor ao lume [Doce de romã e maçã]

 

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O fim de semana que passou foi um típico fim de semana de outono. Frio, chuva e, inevitavelmente, aquela humidade típica do Porto que por mais casacos que uma pessoa vista, entranha-se por todo o lado. Liguei o aquecimento em casa, pela primeira vez, e aproveitei a tarde preguiçosa de domingo para dar uso às romãs que tinha apanhado na quinta dos meus sogros no outro fim de semana.

 

Estas romãs são muito ácidas. Eu não me importo nada com isso, dão um sumo delicioso, para os meus gostos, mas a verdade é que sou a única cá em casa capaz de as comer. Decidi então cozinhar qualquer coisa com elas e pedi sugestões no Instagram.

 

Fazer vinagre, fazer doce, fazer chutney, servir com açúcar e vinho de Porto à sobremesa: foram várias as dicas recebidas, mas acabei por escolher o doce, seguindo o conselho de juntar maçãs, por causa da pectina. O resultado? Um doce perfeito, que superou completamente as minhas expectativas: apesar de fazer doces e compotas de vez em quando, não sou nenhuma especialista e penso sempre que não vai ficar tão bom como eu gostaria.

 

Claro que houve vários fatores que ajudaram a que o doce tenha saído no ponto, desde logo ter sido feito numa panela de ferro fundido. Julgo que foi a primeira vez que usei uma Le Creuset para fazer doce e fiquei rendida. Costumo fazer na Bimby, que é uma ótima solução quando não queremos ou não podemos estar sempre a vigiar.

 

Depois, o facto de ter sido feito com tempo. Fazer com tempo significa fazer com amor. Nos últimos tempos, não tenho tido muitas oportunidades para cozinhar com esta entrega e soube-me bem ter a panela destapada ao lume e, sem pressa, ir vigiando, ir mexendo, ir sentindo o aroma que se espalhava na cozinha.

 

Depois, foi só casar o doce com um pouco de requeijão. E o meu humor reconciliou-se de imediato com o tempo lá fora. Como uma amiga minha diz, na sua hashtag preferida, #nocéuhádisto.

 

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DOCE DE ROMÃ E MAÇÃ

 

350 ml de sumo de romã*

580 g de maçãs, pesadas já descascadas e sem caroço

480 g de açúcar

1 tira de casca de limão

1 pau de canela

Cascas e caroços de duas ou três maçãs

 

Embrulhe as cascas e os caroços de maçã num pedaço de gaze ou mousseline, atando bem e formando uma espécie de saquinho.

Junte todos os outros ingredientes numa panela de fundo espesso e leve ao lume médio.

Mexa bem e junte o saquinho com as cascas e os caroços de maçã - pode, por exemplo, atá-lo numa colher de pau e pousar a colher na panela, de forma a que o saco fique mergulhado no doce. É nas cascas e nos caroços da maçã que há mais pectina e isto vai ajudar a que o doce espesse e fique com melhor textura. Reduza para o mínimo e deixe cozinhar, mexendo de vez em quando. Deve demorar entre 1h30 a 2 horas a ficar no ponto.

Ao fim deste tempo, achei que estava pronto mas que ainda havia ainda pedaços notórios de maçã. Como gosto de doces mais uniformes, descartei a casca de limão e o pau de canela e ralei grosseiramente com a varinha mágica. Deixei ferver novamente e passei para frascos limpos.

 

*Retirei os bagos às romãs, triturei-os na Bimby e coei o sumo; para 350 ml de sumo, deve precisar de duas a três romãs.

13
Nov16

Duas trincas de energia [Trufas de Figo, Amêndoa e Chocolate]

 

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As últimas semanas têm sido uma loucura. A 27 de outubro, o dia em que o meu livro - Estava Tudo Ótimo! - foi colocado à venda, começou o rodopio das idas aos programas televisivos.

 

Primeiro fui ao A Praça, na RTP1, depois dei um salto ao Olá Maria, no Porto Canal e no dia 3 de novembro fui ao Você na TV, na TVI. Já na semana que passou, voltei a Lisboa para uma presença no programa Faz Sentido, da SIC Mulher, e para a gravação da participação no É a Vida Alvim, do Canal Q, que será transmitido dia 18 de novembro, à meia-noite.

 

Pelo meio, tive a sessão de apresentação do livro na FNAC do NorteShopping, um momento muito especial, rodeada de tanta, mas tanta gente: família, amigos, foodbloggers queridas e fãs do blogue encheram o auditório e, mais importante do que isso, encheram o meu coração de mimo e felicidade.

 

As minhas idas a Lisboa, apesar de rápidas, exigiram que passasse a noite na capital. Fiquei a dormir em casa de uma amiga de infância, a Beatriz, que me acolheu de braços abertos. Da primeira vez, depois do delicioso jantar que a Beatriz preparou, tive direito a um chá reconfortante acompanhado de umas trufas de figo deliciosas da Maria Granel.

 

Depois de dias tão preenchidos e cansativos, devido sobretudo às viagens de comboio e às manhãs madrugadoras, a minha energia estava a precisar de um boost. Resolvi por isso recrear as trufas de figo que comi em Lisboa. Como seria de esperar, não ficaram iguais às originais, mas vão cumprir o seu propósito: servir de snack saboroso, energético e saudável para os próximos dias que, mesmo sem viagens ou aparições na TV, prometem vir a ser igualmente intensos!

 

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TRUFAS DE FIGO, AMÊNDOA E CHOCOLATE

Para cerca de 20

 

200 g de figos secos

70 g de miolo de amêndoa sem pele

40 g de chocolate preto 70% cacau

1 colher de chá de azeite extravirgem suave

Raspas de laranja q.b.

Cacau em pó para revestir as trufas

 

Corte os pés aos figos, se achar que são muito duros.

Coloque todos os ingredientes, à exceção do cacau em pó, num robot de cozinha e triture até obter umas migalhas moldáveis.

Faça bolinhas do tamanho de brigadeiros, pressionando bem a mistura, passe pelo cacau em pó e coloque em forminhas de papel.

 

Nota: estas trufas dão um bom presente, basta colocá-las numa lata ou caixa bonita!

 

 

 

29
Out16

Estava Tudo Ótimo! [Vídeo]

 

Hoje não vos trago uma receita, ou melhor, até trago várias, dentro deste pequeno vídeo, que fiz para divulgar o meu livro, "Estava Tudo Ótimo!". 

 

Foi muito divertido fazer o vídeo, desde logo porque pude contar com a cumplicidade de alguns amigos. Posso garantir-vos de que, no final, ficámos mesmo à volta da mesa, a conversar e a comer!

 

Aproveito para relembrar que a Sessão de Apresentação do livro será no dia 5 de novembro, às 17h, na Fnac do NorteShopping. Apareçam!

 

29
Out16

O livro!

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Uma aventura que começou em janeiro de 2015. Primeiro houve um email, que me deixou muito surpreendida, depois houve um encontro com uma das responsáveis pela Matéria-Prima Edições.

 

O proposta para escrever um livro demorou a ser digerida, mas a resposta acabou por se tornar evidente na minha cabeça: sim!

 

A partir daí, começou a gigantesca tarefa de pensar no conceito, imaginar as receitas, escolher os temas, testar as receitas, descartá-las, melhorá-las, voltar a cozinhá-las para as sessões fotográficas. Pensar nas decorações, nas mesas e nos ambientes que iria fotografar. Redigir os textos, as receitas, escolher fotografias, perceber que podia ter feito diferente ou melhor. Muitas angústias, muitas noitadas.

 

Em junho de 2016 estava o material todo entregue. O alívio durou pouco tempo, pois no final de agosto começou a saga das revisões. Leituras consecutivas, anotações, pedidos de correções. Um vai e vem de PDF's e documentos Word.

 

No iníco de outubro, o livro entra finalmente na gráfica. No dia 27 desse mesmo mês é colocado à venda nas principais livrarias de todo o país. O meu coração quase explode de alegria por ver nas minhas mãos o resultado de meses e meses de trabalho. Trabalho esse que aconteceu sempre em paralelo com uma série compromissos profissionais e de voluntariado.

 

Não foi fácil. Mas valeu a pena. O livro está lindo (sei que sou supeita mas o mérito do design é todo do Pedro Fernandes, que criou também a capa).

 

O feedback tem sido muito positivo e sinto que o livro reflete o meu estilo de cozinha e a essência do Lume Brando: receitas fáceis mas vistosas, mesas simples mas bonitas, ambientes perfeitos para receber a família e os amigos. Que, estou certa, no final irão dizer "Estava Tudo Ótimo!".

 

O livro encontra-se à venda nas livrarias e em hipermercados de todo o país, incluindo nas livrarias online.

 

Mesa_infantil_iced_mesa.jpg

 

 

 

 

21
Out16

O Lume Brando mudou de casa [Pão de Granola]

pao_granola-inteira1.jpg

 

pao_granola_mix1.jpg

 

Este é o primeiro post que faço na nova casa do Lume Brando. A partir de agora, o Lume Brando é, orgulhosamente, um blogue do Sapo.

E como está a ficar crescido,  já tem quase 12 anos, achei que estava na hora de lhe dar um domínio próprio: www.lumebrando.com

 

Antes de passar à receita - um pão de granola delicioso - quero agradecer a toda a equipa do SAPO BLOGS, que foi incansável - posso mesmo dizer que foram espetaculares - a tratar de todo o processo de migração e operacionalização do novo domínio. Ainda há algumas arestas por limar, mas agora, com tempo, iremos pôr o Lume Brando ainda mais catita.

 

Quanto ao pão, foi uma feliz coincidência, pois não tinha a certeza de quando poderia começar a publicar aqui. Como há uma frase antiga e sábia que diz que nenhuma casa é verdadeiramente um lar antes de nela se cozer pão, fico muito feliz pela primeira receita do Lume Brando, enquanto blogue do SAPO, ser um pão. Um pão de outono, rico, excelente para comer ao pequeno-almoço.

 

No domingo que passou, Dia Mundial do Pão, decidi cozer um pão de castanha mas não resultou muito bem. Ficou bonito, mas o sabor e a textura não convenceram. Quero aperfeiçoar essa receita, mas como não tinha mais farinha de castanha em casa, resolvi fazer outra experiência. Desta vez, recorri ao antiguinho Artisan Bread in Five Minutes a Day e deparei-me com uma curiosa receita de pão de granola. Achei-a perfeita para esta altura do ano.

 

Segui a receita de granola que também consta do livro e sobre esta, ao contrário do pão, de que gostei mesmo muito, tenho sentimentos contraditórios: acho que é ótima, de facto, para usar no pão, mas para comer com leite e iogurte não é, de todo, das minhas favoritas - prefiro a que irá sair no meu livro ;) e um dia destes vou experimentar fazer o pão com ela. Em todo o caso, deixo tanto a receita do pão como da granola. O pão é delicioso acabado de sair do forno. No dia seguinte continua ótimo, mas torrado é uma perdição!

 

Aproveito ainda para relembrar que o meu livro - Estava tudo ótimo! - chega às livrarias no próximo dia 27 de outubro! Em todo o caso, já se encontra em pré-venda na Wook e na Fnac. A sessão de apresentação do livro será no dia 5 de novembro, às 17h, na Fnac do NorteShopping. Ficarei muito feliz com a vossa presença!

pao_granola_inteira2.jpg

 

PÃO DE GRANOLA

Adaptado do livro 'Artisan Bread in Five Minutes a Day'

 

Estas quantidades dão para 2 pães como o da foto:

 

2 chávenas de água morna

1 pacote de Fermipan

1/4 de chávena de geleia de agave

1 colher de sopa de mel de rosmaninho

1 colher de sopa de azeite extravirgem suave

1/2 colher de café de canela em pó

1 colher de sopa rasa de sal marinho

1,5 chávenas de farinha de trigo integral

1,5 chávenas de farinha de trigo 55 sem fermento

1,5 chávenas de granola + um pouco para polvilhar (ver receita mais abaixo)

Azeite, manteiga ou spray desmoldante para untar a forma

Ovo batido para pincelar

 

Chávena: 250 ml de capacidade

 

Numa taça grande que tenha tampa, misture a água, o fermento, a geleia de agave, o mel, o azeite, o sal e a canela.

Noutra taça, misture as farinhas e a granola. Junte-as, com a ajuda de uma colher, ao líquido preparado anteriormente. Não precisa de mexer muito ou amassar (este é um no-knead bread), basta ficar uma pasta ligada.

Tape a taça, mas não feche completamente, pouse apenas a tampa, e deixe repousar à temperatura ambiente cerca de 2 horas.

Após este tempo, passe a taça com a totalidade da massa para o frigorífico, onde irá durar cerca de 15 dias, ou prepare de imediato um pão, guardando o resto da massa (a tampa deve manter-se apenas pousada no frigorífico).

Para fazer o pão, unte bem uma forma de bolo inglês não muito grande (12 cm x 22 cm, por exemplo).

Separe metade da massa com as mãos - talvez tenha de enfarinhá-las - molde-a numa bola e coloque-a na forma.

Tape com um pano limpo e deixe levedar num local ameno - se estiver frio, talvez seja boa ideia envolver numa manta polar.

Se a massa tiver estado no frigorífico, deixe assim cerca de 1h 40m, se fizer o pão a seguir à massa ter repousado as duas horas iniciais, deve precisar apenas de 1 hora.

Entretanto pré-aqueça o forno nos 190º. Pincele o topo do pão com ovo batido e espalhe uma mão-cheia de granola.

Leve ao forno durante cerca de 45 minutos.

 

GRANOLA p/ o Pão de Granola

Adaptado do livro 'Artisan Bread in Five Minutes a Day'

 

4 chávenas de flocos de aveia

1/4 de chávena de sementes de sésamo*

3/4 de chávena de frutos secos

3/4 de chávena de coco ralado

1 chávena de sultanas

1/4 de chávena de mel de rosmaninho

1/4 de chávena de geleia de agave

1/4 de chávena de azeite extravirgem suave

2 colheres de sopa de água

1/2 colher de chá de extrato de baunilha

1 colher de café de canela em pó

 

*Usei sementes de sésamo preto e são tramadas, por isso, se usarem dessas, evitem sorrir para alguém depois de comer o pão e antes de escovarem os dentes ;)

 

Pré-aqueça o forno nos 180º.

Forre um tabuleiro de forno com papel vegetal.

Numa taça grande, junte os líquidos, a baunilha e a canela. Mexa bem.

Envolva nos líquidos os flocos de aveia, as sementes e os frutos secos.

Leve ao forno e vá mexendo de 10 em 10 minutos. Entre os 20 e os 30 minutos de cozedura deverá estar pronta.

Retire do forno e envolva as sultanas. Deixe arrefecer e guarde em frascos.

 

 

 

 

 

 

 

Teresa Rebelo

foto do autor

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